Bola rolando

Difícil estabelecer qual foi o maior craque dos dois, se Pelé ou Maradona. Agora, se fizermos a medição da participação dos dois nos mundiais, o Rei Diego rendeu mais pra Argentina do que o Rei Arantes pro Brasil.

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Aconteceu com Pelé fato muito raro, foi o jogador que atuou na Seleção primeiro que no campeonato estadual, tendo estreado no escrete quando ainda não havia participado de nenhum jogo pelo torneio paulista.

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Jogando pela Seleção Brasileira, Pelé foi expulso pelo menos uma vez, num Brasil x Argentina, em 1964, após ministrar uma cabeçada no meio-campo Rattin. Acontece que eu estava no Pacaembu e testemunhei.

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Ademir Marques de Menezes foi o artilheiro do Mundial de 1950, com oito ou nove gols, só não marcou quando o Brasil precisou, empatando com a Suíça e perdendo a final pro Uruguai. Encerrou a carreira ainda jovem, em 1956, cujo Campeonato Carioca não chegou a jogar.

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Alfredinho, centroavante do Ceará Sporting, no final dos anos 40, se transferiu pro futebol paulista e chegou a campeão pelo Santos. Consta, na ponta direita, formando ala com Jair, sim, o Jajá da Copa de 50. Há quem sustente que jogou algum tempo com Pelé, todavia disso não tenho confirmação.

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Tive a oportunidade de receber na Torre do Iracema Plaza alguns campeões mundiais, tais Belini, Nilton Santos, Clodoaldo, Jairzinho e o capitão do México, Carlos Alberto.

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Há jogadores extraordinários em defesa do clube, mas que se acanham quando vestem a camisa da Seleção. Como também há aqueles que não são tão brilhantes no clube, mas que crescem no escrete. Ficando apenas nos goleiros, citaria Castilho, imenso no Fluminense, porém, vara verde na única Copa que disputou. Já Gilmar não era tão grande no Santos, todavia, não tremeu, quando usou a camisa canarinha em três mundiais, dois dos quais ganhou.

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Garrincha não havia perdido nenhum jogo pela Seleção Brasileira, até o dorminhoco Feola ter decidido levá-lo para o Mundial da Inglaterra. Ele começou titular e até marcou um gol de bola parada, na estreia com a Bulgária, porém nada fez na partida seguinte, enfrentando a Hungria, numa melancólica despedida.

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O maior treinador do futebol brasileiro não foi Flávio Costa, que não era um estrategista, e muito menos Vicente Feola, um dorminhoco. Talvez Ademar Pimenta, do Mundial de 38 e do Sul-Americano de 42, quando, em ambos, o Brasil fez boa figura.

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Ademir Marques de Menezes foi o artilheiro do Mundial de 1950, com oito ou nove gols, só não marcou quando o Brasil precisou, empatando com a Suíça e perdendo a final pro Uruguai. Encerrou a carreira ainda jovem, em 1956, cujo Campeonato Carioca não chegou a jogar.