Bola redonda

Faltam 12 anos para fazer 100 da primeira Copa do Mundo, cujo seu primeiro jogo Brasil perdeu pra Iugoslávia de 2x1, tendo o meia Preguinho marcado o gol inicial da Seleção, na competição. Agora, muita gente confunde, pensando que a partida teve lugar no Estádio Centenário de Montevidéu, acontece que o prélio se deu no Parque Central, campo do Peñarol.

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No encontro que tivemos, numa festa do Sérgio Ponte, no Marina Park, o grande Didi me afirmou que o goleiro Castilho tremeu contra a Hungria, cujos primeiros dois gols, logo nos minutos iniciais da partida, poderiam ter sido evitados se o excepcional guarda-metas (em clube) não tivesse entrado em campo com os nervos à flor da pele.

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Primeiro jogador a entrar na Seleção durante uma partida foi Paulo César Caju, que substituiu Gerson na estreia do Brasil na Copa de 70, no México. Isso aconteceu aos 62 minutos. Até então, não era permitido substituição em Mundiais, atleta lesionado saía e ninguém assumia seu lugar.

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Os goleiros mais brilhantes do futebol brasileiro não emplacaram na Seleção, tais Batatais, Barbosa e Castilho. Gilmar saiu-se mais ou menos. Agora, quem deu no couro foram mediocridades como, por exemplo, Taffarel. Mediocridades que não tremeram.

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Ufanismo da crônica esportiva leva a deslizes como, por exemplo, apontar Pelé o Craque da Copa de 1970, a última que Seleção ganhou jogando futebol que prestasse. Pelé não pode ter sido o maior simplesmente porque, no jogo com o Uruguai, um dos mais difíceis, o Rei nem pegou na bola, segundo o cantante Fagner.

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Se for pesquisado com a devida atenção, Zagallo, que foi campeão e vice mundial, não estará com essa pelota toda, pois foi o treinador brasileiro que mais foi derrotado em Copas, quatro vezes, França, Holanda, Polônia e até mesmo a fraquíssima Noruega.

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Meto minha mão, sem medo de queimar o cotovelo, nessa questão se o melhor foi Pelé ou Maradona. Aqui e agora, em meu blog internacional, estabelecerei, de uma vez por todas, que Maradona deu muito mais à Argentina, nas quatro Copas que disputou, que o Pelé ao Brasil, também em quatro Mundiais, pois só em um, o último, jogou inteiro.

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Heleno de Freitas, centroavante mais clássico que o futebol brasileiro já teve, começou no juvenil do Fluminense, depois foi para o Botafogo, onde não conseguiu sagrar-se campeão, depois foi vendido ao Boca Juniors, da Argentina, onde começou a demonstrar os primeiros sinais da doença que o mataria. Foi uma única vez campeão carioca pelo Vasco e terminou a carreira no América, só tendo jogado uma vez no Maracanã, quando o clube rubro perdeu para o São Cristóvão. Consta que atuou um pouquinho no Santos, mas isso nunca foi confirmado.

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Ainda permanece com Leônidas a liderança em média da artilharia brasileira, pois nas Copas de 1934 e 1938, o Diamante Negro assinalou oito gols em cinco jogos, ficando, portanto, com 1,6.

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No segundo Mundial do México, Seleção protagonizou um dos placares mais injustos já havidos. No jogo duro em que a Polônia foi muitas vezes superior, pelas oitavas de final, Brasil ganhou de 4 x 0, quando o empate seria o resultado ou mesmo a vitória dos polacos. Dois gols foram marcados de pênalti, sendo o último no finalzinho, e outro pelo zagueiro Edinho, quando faltavam apenas dez minutos. O castigo veio logo depois, quando fomos eliminados pela França nos pênaltis.