Coisas de cinema

Já apontei Casablanca em primeiro, O Terceiro Homem em segundo, A Carta em terceiro, A Um Passo da Eternidade, em quarto, e agora, o meu quinto filme, Vidas Amargas, primeiro longa-metragem de James Jean e o único que ele viu.

Tela quente

Depois de Casablanca, O Terceiro Homem e A Carta, meu melhor filme é A Um Passo da Eternidade, que ensejou único Oscar (Coadjuvante) da carreira de Frank Sinatra.

Coisas de cinema

Após Casablanca e O Terceiro Homem, da minha lista dos melhores filmes, vem A Carta, dirigido por William Wyler, que ensejou a Bette Davis seu maior desempenho no cinema.

Tela quente

Não se deve tomar sopa pelo bico da colher, nem usar a faca pra comer espaguete.

Tela fria

Ingrid Bergman despediu-se de Hollywood com o filme que foi considerado tremendo abacaxi, “Sob o Signo de Capricórnio”, apesar de haver contracenado, inclusive, com o excelente Joseph Cotten, com quem anteriormente fizera, e ganhara seu primeiro Oscar, “À Meia Luz”.

Sessão das quatro

Escalados “Casablanca”, “O Terceiro Homem”, “A Carta”, “Rebeca”, vamos fechar o quinteto de ouro dos meus filmes favoritos, com “A Um Passo da Eternidade”, Débora Kerr, Burt Lancaster e Montgomery Clift, cujo Oscar não recebido foi uma das maiores injustiças da Academia de Hollywood. Entretanto, dois coadjuvantes ganharam a estatueta, ambos merecidamente, Donna Reed e, sobretudo, Frank Sinatra, que, no papel do sargento Maggio, salvou sua carreira de ator e sua própria vida.

Sessão das quatro

Ingrid Bergman começou nos Estados Unidos muito bem, mas a seguir trabalhou em películas que não emplacaram, tais “Os Quatro Filhos de Adão” e “Fúria no Céu”, que foram filmes inexpressivos, de que ninguém se lembra.

Tela quente

Entre as particularidades de “Casablanca”, é que foi o único filme da longa carreira de Ingrid Bergman que ela não contracenou com mulher.

Tela quente

Existe um filme que figura entre os meus Dez Mais, trata-se de “A Ponte de Waterloo”, que muitos cinéfilos não incluem, que traz Vivien Leigh e Robert Taylor, ela, uma atriz magnífica, que nos dera antes “… E o Vento Levou”.

Tela quente

“A Um Passo da Eternidade” figura na minha seleção dos Melhores Filmes. Proporcionou a Frank Sinatra um justo Oscar de Coadjuvante, porém deixou de fora Montgomery Clift, porque Academia não conseguiu definir se ele concorreria como Principal ou Secundário.