A pena perdida

A pena perdida Quando o jornalista Tarso de Castro partiu, grandioso Paulo Francis emitiu a seguinte nota: Tarso de Castro morreu. No Brasil, quem morre vira bom. Comigo mesmo não, violão. Era um moleque, um patife, um celerado. Falou muito mal de mim e de amigos meus, muito. Morreu porque quis, proibido de beber, em 1970, quando o mandei procurar o Clementino Fraga. Clementino proibiu café e, sobretudo, álcool. Dias depois, encontrei Tarso cafungando, e então ele explicou: Cocaína, o doutor não proibiu.

Gafe & companhia

Em reunião social, não se deve servir bebida ao convidado chegante antes de cinco minutos. E, quanto aos comes, ainda precisa mais tempo, no mínimo dez, embora eu, pessoalmente, prefira vinte, para passar a primeira bandeja.

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Uma das maiores de um cavalheiro para uma dama é ele dizer para ela, pretendendo ser agradável: A senhora está muito jovem para sua idade.