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“Al-di-lá” foi uma adaptação deste repórter, tirada da famosa música, para significar festa elegante e divertida ou um jantar quente.

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Minha coluna em O POVO batizou de “Padre de Sacristia” aquele que, ao contrário de dom Helder Câmara, não vai à rua para ouvir, encaminhar e tentar resolver os problemas do povo. Era a contrapartida do “Padre de Passeata”, como Nelson Rodrigues chamava os sacerdotes que ele considerava de esquerda.

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“Meu Patrão Inesquecível”, assim batizei meu chefe Associado, na televisão e no jornal, Manoel Eduardo Pinheiro Campos.

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“A Primeira Amiga”, para Helena de Aguiar, mulher do dr. Ossian, em casa de quem tudo começou, estando eu falando, no caso, do Clube das Amigas do Livro.

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“Al-di-lá” foi uma adaptação deste repórter, tirada da famosa música, para significar festa elegante e divertida ou um jantar quente.

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“Convidado Civil”, para aquele que não pertence à família, não existindo, portanto, a obrigação de os anfitriolos o chamarem.

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“Vale Mais Que Pesa” foi criação do repórter para batizar o empresário Cláudio Vale, que atua hoje, de forma destacada, no empresariado paulista.

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Brevemente, em minha coluna de O POVO, uma das criações que intitulei, “A Rica Que Ficou Milionária”.

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Concordo que “A Mulher do Século”, para Beatriz Philomeno, como perfeito tiro ao alvo deste repórter.

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Para minha intervenção radiofônica, criei e muito apreciei para Dias Branco “Sempre de Braços Abertos Para Crescer”.