Laboratório

Em minha coluna, costumo chamar de “Maria Alheia” a grande maioria das anfitriolas. Pois, em vez de criar, se limitam em imitar o que as outras fazem. Assim, se você apreciar um filé feito daquela maneira num jantar, pode se preparar que nos meses seguintes só dará aquele prato.

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Minha coluna de O POVO estabeleceu chamar “Massapeense e Comercial de Clubes de Um Homem Só”, pois as duas agremiações começaram a fenecer quando perderam seus presidentes únicos, Arrudinha e prof. José Cláudio, ambos meus amigos pessoais.

Laboratório da criação

“Santa Maria”, especialmente para reverenciar a alentada fé cristã da mulher do desembargador Eymard Amoreira.

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“Meu Patrão Inesquecível”, assim batizei meu chefe Associado, na televisão e no jornal, Manoel Eduardo Pinheiro Campos.

Laboratório

Uma das bolações deste repórter foi alcunhar Luiz Gentil de “Campeão do Xadrez da Vida”. O empresário, pioneiro da pesca organizada da lagosta, soube enfrentar os ventos contrários, a partir da injeção ministrada no lugar errado, que provocou a raquitização de uma perna, na mais tenra idade, além, naturalmente, de ás do Esporte dos Reis, que foi.

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Para Edilmo Cunha, uma das melhores pessoas já havidas, mereceu do repórter em questão “Obra-Prima do Criador”. Até hoje, só me chegaram aplausos pela oportuna nomeação.

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“Santa Maria”, para a sra. Eymard Amoreira, primor de fé e devoção.

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“Filosofia Peditiva” expressa o saber pedir, se você faz um pedido e recebe sim, evite fazer outro na mesma ocasião, pois aí então está se dispondo a ganhar um sonoro não.

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“ASVA” foi uma das últimas criações deste repórter, pretendendo significar Associação Sem Vida Alheia, por congregar pessoas que só falam alto, que não participam do muro baixo.

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“Base de Santa Cruz” foi meu batismo para a morada do Paulo Sérgio, ao pé da duna, uma construção muito feliz, em cada telha e cada tijolo.