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“Findesemanista” é como batizei aquele que costuma passar o sábado e o domingo fora.

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O grande Nelson Rodrigues tachava de “Padre de Passeata” aqueles que procuravam se envolver com os protestos das ruas, aí então este repórter bolou “Padre de Sacristia”, para dizer dos sacerdotes que se deixam ficar na igreja, dando pouca ou nenhuma pelota para os problemas sociais.

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“Clínica da Justa Visão”, para aquela tocada pelo dr. Valter e filhos, que realizam primoroso trabalho para vasta e selecionada clientela.

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Uma das melhores, sem dúvida, Bracau, para a agência do Bradesco de Caucaia, onde, por sinal, sou correntista, embora peba, aliás, o pessoal de lá é muito cortês e facilitativo.

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“Banqueiro” é o dono do banco; “bancário” é o empregado; “banquista” é o que fica no meio, alto funcionário, gerente.

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Botei a cabeça pra funcionar e as máquinas deram conta, resultando daí o batismo de “Livro da Nata” para o Sociedade Cearense.

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“Al-di-lá” foi uma adaptação deste repórter, tirada da famosa música, para significar festa elegante e divertida ou um jantar quente.

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Minha coluna em O POVO batizou de “Padre de Sacristia” aquele que, ao contrário de dom Helder Câmara, não vai à rua para ouvir, encaminhar e tentar resolver os problemas do povo. Era a contrapartida do “Padre de Passeata”, como Nelson Rodrigues chamava os sacerdotes que ele considerava de esquerda.

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“Meu Patrão Inesquecível”, assim batizei meu chefe Associado, na televisão e no jornal, Manoel Eduardo Pinheiro Campos.

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“A Primeira Amiga”, para Helena de Aguiar, mulher do dr. Ossian, em casa de quem tudo começou, estando eu falando, no caso, do Clube das Amigas do Livro.