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Concordo que “A Mulher do Século”, para Beatriz Philomeno, como perfeito tiro ao alvo deste repórter.

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Para minha intervenção radiofônica, criei e muito apreciei para Dias Branco “Sempre de Braços Abertos Para Crescer”.

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“Campeão de Terra-e-Mar”, para Joãozinho Gentil, que ganhou várias Prova Heroica e soube fazer um bom pé-de-meia, negociando terreno em Fortaleza.

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“Rockfeller Center”, para Beto Studart, sobretudo agora, depois do BS Design.

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“Agora vai ser pra Valim”, trocadilho de boas-vindas ao Prefeito de Caucaia, que começou por entregar a limpeza à competentíssima Marquise.

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“Banquista” foi termo criado por este repórter para definir quem não é banqueiro por não ser diretor, nem bancário, por mais que funcionário, digamos, gerente.

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“Base de Santa Cruz”, para o reduto do Alto Cumbuco, onde Paulo Sérgio esposou Armenuhí Boyadjian e foi palco da presença de vários governadores, incluindo Adauto Bezerra, Lúcio Alcântara, Cid Gomes e atual, Camilo Santana.

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“Reitorão” foi criação deste repórter, em homenagem ao Pai da Universidade, Antônio Martins Filho, governador que o Ceará não teve e ministro da Educação que o Brasil não teve.

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“Vale Mais Do Que Pesa” foi criação deste repórter para batizar seu particular amigo Cláudio Vale, empresário que se mudou com armas (negócios) e bagagem (família) para São Paulo.

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“Princesa do Norte”, para Enóe Carneiro, nascida Sanford, mulher do meu amigo Alberto, que, por sua vez, é um Frota quatrocentão.