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“Vale Mais Do Que Pesa” foi criação deste repórter para batizar seu particular amigo Cláudio Vale, empresário que se mudou com armas (negócios) e bagagem (família) para São Paulo.

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“Princesa do Norte”, para Enóe Carneiro, nascida Sanford, mulher do meu amigo Alberto, que, por sua vez, é um Frota quatrocentão.

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“Arroz Amargo” é como costumo batizar, em minha coluna, jantar cassete, de conversa pesada e comida suspeita.

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“Bisturi Afiado” foi melhor alcunha que eu pude encontrar para o grande cirurgião Glauco Lobo.

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Não se trata bem de uma criação do repórter, sendo mais uma adaptação, o uso de “peba” no sentido de coisa ou pessoa chinfrim, sem qualificação, sem classe.

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Minha coluna de O POVO estabeleceu chamar "Massapeense" e "Comercial de Clubes de Um Homem Só", pois as duas agremiações começaram a fenecer quando perderam seus presidentes únicos, Arrudinha e prof. José Cláudio, ambos meus amigos pessoais.

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Para premiar o pai do Ice, criei, em minha coluna, o seguinte diapasão: “Zewaldo Cabral, aquele que se tornou mais quente por nos dar o gelo.”

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Tricolor de Aço Inoxidável, tal minha coluna resigna o Fortaleza, em fase menos favorável.

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Família de Tronco, sugerindo aquele clã com raízes, quer dizer, dotado de ancestralidade de melhor nível. Exemplo aqui em Fortaleza, os Borges, de indiscutível tradição.

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Jangada é qualquer jangada, foi por isso que batizei o residencial da Ponta da Praia de Iracema de jangada Clube, numa referência à casa ribeirinha onde Fernando de Alencar Pinto recebeu, inclusive, Orson Wells, quando, no início dos anos 40, esteve filmando, aqui, Tudo é Possível.