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Para premiar o pai do Ice, criei, em minha coluna, o seguinte diapasão: “Zewaldo Cabral, aquele que se tornou mais quente por nos dar o gelo.”

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Tricolor de Aço Inoxidável, tal minha coluna resigna o Fortaleza, em fase menos favorável.

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Família de Tronco, sugerindo aquele clã com raízes, quer dizer, dotado de ancestralidade de melhor nível. Exemplo aqui em Fortaleza, os Borges, de indiscutível tradição.

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Jangada é qualquer jangada, foi por isso que batizei o residencial da Ponta da Praia de Iracema de jangada Clube, numa referência à casa ribeirinha onde Fernando de Alencar Pinto recebeu, inclusive, Orson Wells, quando, no início dos anos 40, esteve filmando, aqui, Tudo é Possível.

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Pró-Cearense foi criação de minha coluna em O Povo, significando aquele ou aquela que não tendo nascido no Ceará é, entretanto, filho ou neto de alencarino da gema.

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A moça das Esmeraldas foi o batismo que demos a Consuelo Dias Branco, baseado na cor dos seus olhos, mas também no feliz casamento com Ivens, que rendeu cinco filhos, três varões e duas varoas.

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Criação de minha coluna: A sociedade cearense se divide em três fases: antes, durante e depois de Maristher Gentil. Fico com a do meio.

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Faz-Festa foi batismo de minha coluna para Sílvia Moysés, que sempre traz alegria, sobretudo no tempo que seu marido Roberto estava vivo.

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Maria Carbonária foi uma das bolações deste colunista, sugerindo àquela anfitrola que não cria nada, que só sabe copiar o prato que comeu na casa das amigas, quase sempre filé.

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Em minha coluna, costumo chamar de “Maria Alheia” a grande maioria das anfitriolas. Pois, em vez de criar, se limitam em imitar o que as outras fazem. Assim, se você apreciar um filé feito daquela maneira num jantar, pode se preparar que nos meses seguintes só dará aquele prato.