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“Valise” é criação da Coluna Brasileiro, para designar a pessoa leve, que não pesa, benfazeja na roda, ao contrário do já existente “mala”, que se presta para o abominável homem que não é das neves.

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Nestes 65 anos de batente, além das criações, promovi várias adaptações, por exemplo, “pastel”, para designar aquele sujeito oco, que botou na cabeça que é inteligente.

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“Pobre de Carteirona” é uma criação deste repórter, para situar aqueles ricos que não fazem da fortuna que Deus lhe ocasionou uma maneira de serem felizes ou minorar os sofrimentos alheios.

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“Veterado” foi como batizei os governos Virgílio Távora, querendo me referir sobretudo ao primeiro, que foi simplesmente redentor. O próprio VT adotou a terminologia em seus pronunciamentos na televisão e no rádio.

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Bolações da minha coluna, na designação das agremiações diversionais principais, “Coluna do Meireles” para Náutico, “Monsenhores” para o Ideal e “Clube da Enseada” para o Iate.

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“Campeão do Xadrez da Vida”, para Luís Gentil, que, além de vencer no tabuleiro, ultrapassou com galhardia muitos quiproquós pessoais, tais problema na perna, causado por injeção dada por grande médico no lugar errado, e o definhamento e venda resultante do Banco Frota.

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Aqui, foi mais uma questão de adaptação do que criação. Trata-se, no caso, da palavra “civil”, que emprego para situar, por exemplo, relacionando quem compareceu a uma festa ou jantar, aquela pessoa que não se tem obrigação de convidar, quer dizer, que não é parente de sangue, apenas amigo ou conhecido.

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“Base de Santa Cruz”, para a casa altaneira do Paulo Sérgio, no Cumbuco, pertinho do Ibiza, restô com que ele dota um dos melhores trechos da praia do Cumbuco, em frente ao Wai-Wai.

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“Xadrez da Vida” foi como minha coluna denominou o empresário Luiz Gentil, que foi campeão e teve que enfrentar uma das pernas bastante desigual, fruto de paralisia motivada por injeção aplicada, por médico de renomada, em local indevido.

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Para Margarida Borges, querida amiga e que tem certa ligação com o clã do Barão de Camocim, criei esta expressão, face seu comportamento fidalgo: A Delegada Que Só Prende Por Amor.