Martelando

Nós não sabemos bater na porta fechada, pois o mais convincente, facilitativo, é dizer o nome de quem chega, antes de declinar o de quem procura, pois ninguém está disposto a abrir para quem não sabe quem é.

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Tenho insistido que noivo não deve usar relógio na hora H, a não ser que se trate de uma joia de família. Até mesmo porque todo casante sabe de cor a hora em que vai se amarrar.

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Rico que não consegue transformar aquilo que ganhou em felicidade não passa de um pobre, mendigo, com direito a esmola.

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Noivo não pode pedir a mão da noiva ao pai da dita cuja. O pedido deve ser feito por seu pai, avô, irmão, tio, professor ou até por um colega de trabalho ou simplesmente amigo. Por exemplo, quem pediu Branca de Castro ao patriarca Elizeu Batista para o Josué fui eu.

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Faça sempre com que seus empregados, dos desodorantes a escolher, optem pela barra, bem mais eficiente que spray ou rolo, que sustentam bem menos. Desde, naturalmente, que as axilas estejam limpas e enxutas.

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Saindo de uma festa, o convidado não deve agradecer o convite aos anfitriões. Deve se limitar a uma ou duas palavras mais amáveis sobre o que presenciou e usufruiu. Quem agradece são os donos da casa, pois tiraram o conviva do seu conforto maior, que é o lar, doce lar.

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A saída à francesa se processa quando o convidado, ao se retirar, age sorrateiramente, sem se despedir dos anfitriões. Pode até não ser muito solícito ou bem educado, porém prático, pois evita que os donos da casa percam tempo ao deixá-lo até a porta, quando devem entreter aqueles que ficam.

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O homenageado de uma solenidade só tem lugar na mesa se for o único laureado. Quando mais de um, eles ocupam assentos na plateia, serão chamados para receber e voltam aos seus lugares.

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O convidado não diz obrigado ao se despedir dos donos da casa. Saindo de uma festa, quem agradece é quem chamou, pois tirou do maior conforto possível, que é o lar, doce lar.

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Casal que se separa, sobretudo brigado, os amigos devem proceder assim: para grandes eventos, casamento, bodas, convidam os dois; agora, pequenas reuniões, chamam uma vez um e outra vez o outro.