Golpe de mestre

“Entrega a domicílio” não existe. Para professar o idioma corretamente, “Entrega em domicílio”.

Golpe de mestre

“Faz-se unhas” não está correto, pois aí o “se” seria sujeito, que não pode. Passando a frase para a voz passiva, se obtém “Unhas são feitas”, logo o sujeito é “unhas”, e o verbo vai para o plural. Assim, a forma escorreita fica: Fazem-se unhas.

Golpe de mestre

“Em mãos” não existe. Use sempre no singular, “Em mão”.

Golpe de mestre

“Eles vão com nós”, a frase em questão não está completamente errada nem muito certa. O melhor português indica “conosco”, sendo que “com nós” substitui “a gente”, quer dizer, “vão com a gente”. Além do mais, é o palavreado do Zé Povinho ou da turma do sertão.

Golpe de mestre

Sodômito não significa outra coisa que não seja avarento e usuário, portanto não confundir com sodomita.

Golpe de mestre

Celina, nome de mulher, se pronuncia com o E fechado, como se dispusesse de um acento circunflexo, popularmente alcunhado de chapeuzinho.

Golpe de mestre

“Dói-me os dentes” não está correto. Para ser escorreito na língua, tem de pôr “doem-me os dentes”.

Golpe de mestre

“Malifício” está completamente errado, a forma correta é “malefício”, porque provém do latim “maleficiu”.

Mestre-escola

Embora não completamente errado, mas também certo não é, começar frase por pronome oblíquo. Assim, em vez de dizer “Me parece”, opte por “Parece-me”.

Golpe de mestre

“Posar” e “pousar” são coisas distintas. “Posar” é quando o modelo “posa” para uma fotografia; e “pousar”, quando uma mosca “pousa” na sopa.