Usina de criação

“Malvidades” foi uma das recentes criações deste repórter, para significar “novidade ruim, má notícia”. Ninguém gosta, e eu ainda gosto menos.

Laboratório da criação

“Indispensável” é minha palavra escolhida para alcunhar o desembargador Zezé Câmara, que, sem qualquer esforço, estimula a roda.

Concordância de cima

Deus não é contra a pena de morte, tanto que, se fosse, não teria botado no mundo, sobretudo no Brasil, tantos facínoras que a merecem.

Pai da criação

“Base de Santa Cruz” foi como este repórter batizou a casa do Alto Cumbucano onde um cidadão chamado Paulo Sérgio tornou-se marcante anfitrião, recebendo, inclusive, quatro governadores, Adauto Bezerra, Lúcio Alcântara, Cid Gomes, Camilo Santana.

O pai da criação

Repórter, cuja cabeça não para, só pode dar nisto, bolei “obra-tia” para nomear aquela obra superior à chamada “obra-prima”.

Pai da criação

“Fulano não vai ao Maracanã”, quer dizer, gosta de futebol, mas prefere assistir de longe na televisão. No campo erótico, pretendi significar aquele cavalheiro que não é fanático por mulher, se aparecer, pode até dar conta do recado, mas nunca vai atrás.

O pai da criação

Repórter bem dotado, cuja cabeça está sempre em ebulição, tenho várias maneiras de noticiar aniversários, podendo ser “natalício”, “assinalando a folhinha”, “marcando mais um ano no tempo”, “apagando velinhas” e, a mais recente, “tem encontro marcado com seu calendário pessoal”.

O pai da criação

À Leste do Éden, para o restô do Ideal, e Bar do Cassino, em vez de Piano-Bar, para o salão norte, também do Cassino, que faz muito não existe mais, cedido para abrigar a Secretaria, com que, por sinal, nunca fui a favor, por ser um local considerado filé da sede que nunca cairá da moda.