Peito varonil

Medalha Parsifal Barroso, outorgada pela Academia Cearense de Literatura e Jornalismo, entregue por Igor Queiroz e Beto Studart, com tocante pronunciamento do Fernando César, vindo especial de Brasília.

Orgulho sem preconceito

Em meu quiproquó com a Assembleia Legislativa, ter sido entrevistado para o Jornal do Brasil, via apreciado confreiro Egídio Serpa.

Peito varonil

Honraria da Academia Cearense de Letras, quando presidente José Augusto Bezerra.

Orgulho sem preconceito

Haver respondido “O Céu é o Limite” e não ter sido derrubado. Desisti após atingir a meta, que era quitar quatro (ou seriam seis?) prestações de um Simca comprado ao Xara Barroso. O tema foi Seleção Brasileira.

Orgulho sem preconceito

Ser o jornalista diário mais antigo do planeta, com 64 anos de batente, respeitado pelos leitores e pelos colegas de profissão.

Orgulhosidades

Não ter medo de nada nem de ninguém, porém, como apregoava Virgílio Távora, receio.

Orgulhosidades

Admirar muita gente, porém não ter inveja de ninguém.

Orgulhosidades

Até hoje, não ter tomado nenhuma pílula para dormir, sequer um simples Valium.

Orgulho

De jamais ter falhado a coluna. Se deixou de sair, e foram raras, foi problema do jornal. Cheguei até a ditar com dois médicos à cabeceira, no meu quarto do Iracema Plaza.

Orgulhos

Apesar de ter frequentado as mais seletas rodas de carteado, inclusive o pife-pafe da Lurdes Gentil e a mesa mais cara do Ideal, nunca ter ficado devendo, embora jamais tenha sido considerado um ganhador.