Orgulhos

Um dos principais da minha ainda curta existência é não falar mal de pessoa alguma, nem mesmo do cão feito gente.

Orgulho

De ter habitado a primeira cobertura do Ceará, por especial deferência do meu compadre Chico Philomeno, que inaugurei no Réveillon de 1966, homenageando uma das minhas principais amigas, Lurdes Gentil.

Orgulho

Ter sido convidado pelo bom governador Adauto Bezerra para chefe do Cerimonial, que não pude aceitar, porém, a pedido dele, indiquei um colega do BEC, Nonato Viana, que ficou por um tempo no Abolição.

Orgulho

Este repórter lançou cinco livros, em ordem cronológica, “Até Agora...”, no Náutico, “Assim Falava Paco”, no Ideal, “Pela Sociedade”, no Iate, “Longe de Dizer Adeus”, no Country, e “500 Contos de Reis”, no antigo Estoril.

Orgulho

Quando Assembleia Legislativa pretendeu me processar, ter concedido uma entrevista ao Jornal do Brasil, que dividia a liderança com O Globo, por meio de meu particular amigo Egídio Serpa, correspondente do grande periódico extinto, no Ceará. A matéria, divulgada com destaque, esteve, sem dúvida, no cerne da desistência dos deputados.

Peito varonil

Medalha Parsifal Barroso, outorgada pela Academia Cearense de Literatura e Jornalismo, entregue por Igor Queiroz e Beto Studart, com tocante pronunciamento do Fernando César, vindo especial de Brasília.

Orgulho sem preconceito

Em meu quiproquó com a Assembleia Legislativa, ter sido entrevistado para o Jornal do Brasil, via apreciado confreiro Egídio Serpa.

Peito varonil

Honraria da Academia Cearense de Letras, quando presidente José Augusto Bezerra.

Orgulho sem preconceito

Haver respondido “O Céu é o Limite” e não ter sido derrubado. Desisti após atingir a meta, que era quitar quatro (ou seriam seis?) prestações de um Simca comprado ao Xara Barroso. O tema foi Seleção Brasileira.

Orgulho sem preconceito

Ser o jornalista diário mais antigo do planeta, com 64 anos de batente, respeitado pelos leitores e pelos colegas de profissão.