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Se me perguntarem, em termos de viajeira solitária, quer dizer, depois que seu marido morreu, eu certamente apontaria Conceição Moreira, nascida Sabóia, muito pertinente também no traçar os roteiros, procurando novas terras, ensejantes de novos conhecimentos e saber.

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Uma mulher desejada no meu tempo foi Natália Brasil Parente, que, inclusive, morava perto da minha casa, na Dom Luís. Natália, que assim que comecei a coluna se mudou pro Rio, teve filha casada com um dos 400 prefeitos de Londres, que, por sinal, estiveram aqui, num cruzeiro marítimo, e deram almoço a bordo, sem encontrar ninguém da época da mãe.

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As artes plásticas cearenses têm nome, Heloysa Juaçaba, que, além de pintora, botava os mais jovens, que eram talentosas promessas, para a frente.

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Nicinha Pinheiro, mulher do Edmilson, foi a maior anfitriola da sociedade cearense de todos os tempos, pois tinha a condição primordial, querer receber, ver a casa cheia de gente.

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Maria Cláudia Oliveira, que se tornou e depois deixou de ser Bichucher, continua mantendo o título. Qual seja, o de Elegante Cearense Que Mais Sabe Pisar.

Efeméride no rádio

José Pessoa de Araújo faria hoje centenário de nascimento. Foi meu primeiro patrão radiofônico na Uirapuru da Praça Clóvis Beviláqua, que ele fundou com Aécio de Borba.

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Dona Melinha Frota, mulher do coronel Zegentil e mãe de seus 15 filhos, pode ser apontada como a Campeã Caritativa. Passou sua vida ajudando os carentes, tanto que, quando Deus a chamou, em 1953, morando na torre da Reitoria, que o grande Martins Filho preservou, todas as igrejas de Fortaleza tocaram em sua honra.

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Em sua geração, nenhuma mulher entra mais pertinentemente num salão do que a bela Cristina Rola, ela balança a cabeça de um lado para o outro, como deve ser, e não como muitas, olhando pro chão.

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Jornalista: Adísia Sá, que começou na Gazeta, poucos meses antes de mim, aliás foi ela quem bateu minhas primeiras colunas, pois eu nem sabia que o material tinha que ser escrito na máquina.

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Lady: Constança Távora, que alia a postura, sempre impecável, a uma simpatia que não é forçada.