Efeméride no rádio

José Pessoa de Araújo faria hoje centenário de nascimento. Foi meu primeiro patrão radiofônico na Uirapuru da Praça Clóvis Beviláqua, que ele fundou com Aécio de Borba.

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Dona Melinha Frota, mulher do coronel Zegentil e mãe de seus 15 filhos, pode ser apontada como a Campeã Caritativa. Passou sua vida ajudando os carentes, tanto que, quando Deus a chamou, em 1953, morando na torre da Reitoria, que o grande Martins Filho preservou, todas as igrejas de Fortaleza tocaram em sua honra.

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Em sua geração, nenhuma mulher entra mais pertinentemente num salão do que a bela Cristina Rola, ela balança a cabeça de um lado para o outro, como deve ser, e não como muitas, olhando pro chão.

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Jornalista: Adísia Sá, que começou na Gazeta, poucos meses antes de mim, aliás foi ela quem bateu minhas primeiras colunas, pois eu nem sabia que o material tinha que ser escrito na máquina.

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Lady: Constança Távora, que alia a postura, sempre impecável, a uma simpatia que não é forçada.

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Cozinheira, Rita Banqueteira só trabalhou integral em três casas, milionários Pedro Philomeno e José Carneiro e o “sem ter onde cair” aqui.

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Clícia Sá é uma das minhas mulheres mais admiráveis, pois, morante num palacete na zona chic do Benfica daquele tempo, a poucos metros da casa de José Gentil, nunca se queixou de ter que assumir posição menos vistosa e jamais a vi triste, sempre sorrindo e dançante.

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Aponto neste item, que pretende escalar as mulheres mais valiosas do século passado, Carola Picanço, que promoveu muitas festas de caridade, e Dagmar Gentil, pelo desempenho à frente do Educandário Eunice Weaver, que abrigava as crianças de pais hansenianos.

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Nadir Papi foi a maior figura do teatro cearense, e, na única vez que entrei em cena, tinha ela ao meu lado. Aconteceu no José de Alencar, quando Haroldo Serra levou “A Ratoeira”, de Aghata Christie, e me deu o papel de protagonista, sob a direção de José Maria B. de Paiva.

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Primeira-Dama, inegavelmente, Luíza Távora, pelo carisma evidente, que a fazia adorada pelo massal.