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“Vidas Amargas”, de Elia Kazan, foi o primeiro longa-metragem de James Dean e o único que ele chegou a ver. Aliás, não apenas ele, mas todo o elenco, incluindo Raymond Massey, que fazia o pai, Jo Van Fleet, a mãe desgarrada, e Ricardo Davalos, o irmão, que trabalhou com notável discrição, ao contrário de Dean, um grande ator, porém histriônico.

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“A Um Passo da Eternidade” é um filme que não pode faltar em minha seleção dos dez. Montgomery Clift fez um papel deslumbrante, tendo sido uma barbaridade que não haja ganhado o Oscar. Outro grande desempenho foi do Frank Sinatra, que recebeu o de Melhor Coadjuvante. Houve um cinema em Washington, Capitolio, que exibia 24 horas por dia, só parando para fazer a faxina.

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O quarto melhor filme da minha vida foi “O Retrato de Jennie”, quando, apesar de contracenar com o também grande Joseph Cotten, Jennifer Jones roubou a cena, o diretor, Vincent Minelli, recebeu, inclusive, elogios de seu colega Louis Bunuel, apontando como uma de suas fitas favoritas.

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Antes da abertura do Ugarte, que já fez 35, minha cabana do Cumbuco, hoje quase completamente demolida, vivia cheia, como se costuma dizer. Entre as personalidades que lá baixaram, cito o ministro Vicente Fialho, mas tem mais, muito mais.

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O terceiro filme do repórter foi “A Carta”, no qual, dirigida por William Wyler, Bette Davis obteve o seu maior desempenho no cinema, a história da mulher adúltera, que mata o amante, que a havia trocado por uma chinesa.

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Meu melhor filme de todos os tempos foi “Casablanca”, com cast considerado milagroso, tanta adequação dos protagonistas com o papel. E, liderando os desempenhos, aparece não Humphrey Bogart, porém Claude Rains, que faz o chefe de polícia. Já Ingrid Bergman, sob a direção de Curtiz, não se saiu muito bem, embora invariavelmente belíssima.