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Pisado: Maria Cláudia Oliveira, que se tornou Bichucher no altar e reouve o Oliveira em São Paulo, quando apartou. Nem Beatriz Philomeno pisa tão bem.

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Revelação Intelectual, para Celma Prata, seguindo feliz indicação de sua colega das Amigas do Livro, Aída Coelho, viúva do primeiro reitor da Unifor.

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Que eu conheça, único salão havido da sociedade cearense foi o da Chiquita Gurgel, na Rua Desembargador Moreira, entendendo-se como tal a senhora que mantém as portas sempre abertas para receber inclusive jornalistas, padres e intelectuais.

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Aponto Branca de Castro como a noiva sertaneja de todos os tempos, e ainda hoje me apraz haver levado o casamento para Orós, quando a família Batista queria fazer aqui em Fortaleza, com recepção no Náutico. Para a transferência, contei com o apoio de Eliane Soares e, por meio dela, do patriarca seu pai.

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Nomearia Wilma Patrício para Executiva, pelo trabalho desenvolvido em Dias Branco, levada pelo patriarca Manoel e depois mantida por Ivens.

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No campo das artes plásticas, citaria, senduvidamente, Heloysa Juaçaba, que sempre foi incentivadora dos jovens artistas, e Ignez Fiúza, que colocou muita coisa boa nas paredes incipientes daqueles bem-dotados financeiramente.

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Título de Melhor Papo Feminino eu, provavelmente, daria para Helena Jereissati, que era despachada e não tinha papas na língua, recebeu o Príncipe Dom Pedro de Orleans e Bragança, herdeiro presuntivo da Coroa Brasileira, a quem provocou: Ora, se até o Conde Deu...

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Maior anfitriola da alta roda foi Nicinha Pinheiro, que tinha sempre gente em casa, quarta, cinema, sábado, roda de pife-pafe do Edmilson, e domingo, almoço entrando pela noite. Nicinha gostava de receber, era uma mulher farta, que hospedou a Miss Brasil Terezinha Morango, e onde promovi uma festa pra escolha da Glamour-Girl e um chá com mulherio de chapéu.

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Para mim, a mulher mais provocante da sociedade cearense foi Ivone Faria, a caçula de Sarah e João Gentil, de quem todas as outras pareciam ter ciúme.

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A mulher mais inventiva da sociedade cearense em todos os tempos foi Maristher de Carvalho Gentil, e ela se deve à Festa da Primavera, o primeiro desfile de moda, no Ideal, ao Bazar Liliputiano e até a uma casa de chá, com todo calor, na Barão do Rio Branco. Trabalhou comigo em “A Ratoeira”, no José de Alencar, em sua única aparição no palco.