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A principal Miss Ceará de toda a história foi, indubitavelmente, Emília Correa Lima, que depois saiu Miss Brasil, eleita no Quitandinha de Petrópolis, para suceder Martha Rocha.

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Nadir Sabóia foi a nossa Fernanda Montenegro. Com ela, tive a honra de trabalhar em “A Ratoeira”, que o saudoso Haroldo Serra levou no José de Alencar, quando ela realizou o maior desempenho de sua brilhante carreira, aplaudida de pé pela plateia, botando gente pelo ladrão, na estreia da maior peça da Agatha Christie.

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Ivone Gentil foi uma das mulheres que mais mexeu com a cabeça dos homens, um exemplo de fêmea. Casada com oficial da Aeronáutica, meu amigo Tarcísio Faria, não deixou se abater, quando banco do pai foi vendido, tirando de letra o fato de, sendo filha de banqueiro, passar a viver do soldo de tenente, mantendo o sorriso e a alegria.

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Emília Correa Lima foi a mais categorizada Miss Brasil. Eleita primeiro aqui, no Náutico, e depois no Quitandinha, não brilhou nos Estados Unidos, mas deixou uma marca de classe lá também. Em seu Jubileu de Prata, recebeu uma placa em ouro deste repórter, entregue pelo governador Virgílio Távora, designado por mim, no palco do Centro de Convenções.

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Se me perguntarem, em termos de viajeira solitária, quer dizer, depois que seu marido morreu, eu certamente apontaria Conceição Moreira, nascida Sabóia, muito pertinente também no traçar os roteiros, procurando novas terras, ensejantes de novos conhecimentos e saber.

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Uma mulher desejada no meu tempo foi Natália Brasil Parente, que, inclusive, morava perto da minha casa, na Dom Luís. Natália, que assim que comecei a coluna se mudou pro Rio, teve filha casada com um dos 400 prefeitos de Londres, que, por sinal, estiveram aqui, num cruzeiro marítimo, e deram almoço a bordo, sem encontrar ninguém da época da mãe.

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As artes plásticas cearenses têm nome, Heloysa Juaçaba, que, além de pintora, botava os mais jovens, que eram talentosas promessas, para a frente.

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Nicinha Pinheiro, mulher do Edmilson, foi a maior anfitriola da sociedade cearense de todos os tempos, pois tinha a condição primordial, querer receber, ver a casa cheia de gente.

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Maria Cláudia Oliveira, que se tornou e depois deixou de ser Bichucher, continua mantendo o título. Qual seja, o de Elegante Cearense Que Mais Sabe Pisar.

Efeméride no rádio

José Pessoa de Araújo faria hoje centenário de nascimento. Foi meu primeiro patrão radiofônico na Uirapuru da Praça Clóvis Beviláqua, que ele fundou com Aécio de Borba.