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Nomearia Wilma Patrício para Executiva, pelo trabalho desenvolvido em Dias Branco, levada pelo patriarca Manoel e depois mantida por Ivens.

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No campo das artes plásticas, citaria, senduvidamente, Heloysa Juaçaba, que sempre foi incentivadora dos jovens artistas, e Ignez Fiúza, que colocou muita coisa boa nas paredes incipientes daqueles bem-dotados financeiramente.

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Título de Melhor Papo Feminino eu, provavelmente, daria para Helena Jereissati, que era despachada e não tinha papas na língua, recebeu o Príncipe Dom Pedro de Orleans e Bragança, herdeiro presuntivo da Coroa Brasileira, a quem provocou: Ora, se até o Conde Deu...

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Maior anfitriola da alta roda foi Nicinha Pinheiro, que tinha sempre gente em casa, quarta, cinema, sábado, roda de pife-pafe do Edmilson, e domingo, almoço entrando pela noite. Nicinha gostava de receber, era uma mulher farta, que hospedou a Miss Brasil Terezinha Morango, e onde promovi uma festa pra escolha da Glamour-Girl e um chá com mulherio de chapéu.

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Para mim, a mulher mais provocante da sociedade cearense foi Ivone Faria, a caçula de Sarah e João Gentil, de quem todas as outras pareciam ter ciúme.

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A mulher mais inventiva da sociedade cearense em todos os tempos foi Maristher de Carvalho Gentil, e ela se deve à Festa da Primavera, o primeiro desfile de moda, no Ideal, ao Bazar Liliputiano e até a uma casa de chá, com todo calor, na Barão do Rio Branco. Trabalhou comigo em “A Ratoeira”, no José de Alencar, em sua única aparição no palco.

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De hoje em diante, apontaremos cada dia uma das mulheres que preencheram, sobremaneira, determinados espaços, iniciando pela Elegância e, obviamente, Beatriz Philomeno.

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“Vidas Amargas”, de Elia Kazan, foi o primeiro longa-metragem de James Dean e o único que ele chegou a ver. Aliás, não apenas ele, mas todo o elenco, incluindo Raymond Massey, que fazia o pai, Jo Van Fleet, a mãe desgarrada, e Ricardo Davalos, o irmão, que trabalhou com notável discrição, ao contrário de Dean, um grande ator, porém histriônico.

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“A Um Passo da Eternidade” é um filme que não pode faltar em minha seleção dos dez. Montgomery Clift fez um papel deslumbrante, tendo sido uma barbaridade que não haja ganhado o Oscar. Outro grande desempenho foi do Frank Sinatra, que recebeu o de Melhor Coadjuvante. Houve um cinema em Washington, Capitolio, que exibia 24 horas por dia, só parando para fazer a faxina.

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O quarto melhor filme da minha vida foi “O Retrato de Jennie”, quando, apesar de contracenar com o também grande Joseph Cotten, Jennifer Jones roubou a cena, o diretor, Vincent Minelli, recebeu, inclusive, elogios de seu colega Louis Bunuel, apontando como uma de suas fitas favoritas.