Mão boba

Nos arredores do Centro da cidade, estamos nos anos 50, aconteceu um coquetel. Havia um bifê, mas a fita só seria aberta depois dos discursos. Porém, faltou luz, que voltou em um minuto, e os presentes observaram, então, que uma senhora expelia sangue pela mão. É que, aproveitando o breu, ela foi em cima de uma bandeja de salgados, e uma amiga teve a mesma ideia, só que, usando um garfo, e, em vez da empada, espetou a mão dela.

Vira mundo

Vira mundo Se me perguntam qual a mais fascinante de todas as viagens que fiz, responderei de bate-pronto que a China comunista. Quando ocorreu, em 1978, o grande país era ainda um mistério, e tivemos que nos identificar como sociólogos, pois, se nos afirmássemos jornalistas, corríamos o risco de não entrar. Éramos nove, três do Sul, três de São Paulo, um da Bahia, um de Pernambuco e o Degas Aqui pelo Ceará. Fomos convidados da Japan Air Lines, que, por sinal, ainda não se instalara no Brasil, de modo que usou linhas de outras empresas.

Primeira mão

Coube a este repórter dar o furo de que Parsifal Barroso, então ministro do Trabalho, apoiado pelo PSD, seria o candidato do PTB ao Governo do Estado, em manobra urdida pelo deputado Carlos Jereissati. Parsifal entrou e bateu Virgílio Távora.

Primeira mão

Nessa carreira, que me parece ainda curta, maior furo, dado em 1963, ainda está por conta da notícia que dei, em O POVO, sobre a ida do deputado Expedito Machado para o Ministério de Viação e Obras Públicas, tão forte, que depois virou cinco. Nesse caso, simplesmente, este repórter furou toda a imprensa brasileira, inclusive O Globo, do Rio, e O Estado de S. Paulo.