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De compromisso hoje com seu calendário pessoal, Cecília Benevides, filha do prof. Álvaro Costa, cujo conhecimento devo ao Lustosa da Costa, seu aluno em Direito e seu amigo. Aristeu Holanda, empresário de roupas masculinas, que por anos me vestiu na Jangadeiro .... Clarissa Brandão, do patriarcado Sílvio Leal e Edite Ferreira. Aristófanes Canamary, companheiro viageiro, que recentemente dividiu com Vânia a condição do bem-receber praiano. Veulena Misici, consulesa da Itália, agora viúva .... Ana Luíza Costa Lima, afim da melhor margem do Rio Jaguaribe. Paulo Carapeba, que foi parceiro do poker Dias Branco .... Ada Faganello, biribista da melhor roda. Manoel Porto, filho nominado de presidente de ano de ouro (1955) do Ideal, com candidata a Miss e Orquestra Feminina .... Solange Carvalho, do André da Marúzia.

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Alguns anos após partida da insubstituível Lurdes, Xafy Ary começou a sair com moça de grande simpatia. Então incumbiu o Cândido Couto de saber do filho Jorge se poderia levá-la para almoçar no Iguape. O próprio Cândido me contou, e eu lhe perguntei qual tinha sido a reação do Jorge, meu amigo-irmão. Ele disse que podia, o que ensejou meter minha colher na seara alheia. E imediatamente contrapus, mas essa não é a resposta que eu gostaria de ouvir. Diga a meu pai que já encomendei as flores, teria sido o ideal, e deixaria, sem dúvida, Xafy feliz.

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ESPÍRITO INDÔMITO Batendo à porta de Eduardo Tapajós, no Hotel Glória, para conseguir pernoites gratuitos e, depois, casa, comida e roupa lavada. Viajar pela primeira vez ao Rio, usando uma Grátis Condicional da Varig, e me arranchando com José Maria Vidal, irmão de Yolanda Queiroz, que morava na então Capital. Único a debater com Roberto Marinho, no almoço que ele ofereceu, em O Globo, aos cronistas que cobriam o Desfile Bangu. Três viagens no Expresso do Oriente, saindo de Veneza, completamente só. Hóspede da empresa Riobarna no cinco estrelas Sarriá, e assistir à injusta derrota do time de Telê Santana para a Itália de Paolo Rossi. Participar, num hospital de Barcelona, da coletiva dada à imprensa mundial, do médico de Salvador Dali, vítima de incêndio no Castelo de Pubol. Assistir ao Baile do Sábado Gordo no Copacabana Palace, abertura do Carnaval de 1963. Mudar de residência do Iracema para o Cumbuco. Ir a Nova York, para a homenagem, no Hotel Plaza, ao industrial Luiz Eduardo Campello, que foi saudado por Henry Ford, tal a importância do evento que destacou o industrial cearense de São Paulo. Presente ao Jubileu de Pérola do Ibrahim Sued, onde promovi encontro do ministro da Marinha, Maximiliano da Fonseca, com o embaixador Hugo Gouthier, aliás, a primeira-dama do País, dona Dulce Figueiredo, prestigiou. Promover, no São Luiz, a avant-premièr de "Assassinato no Expresso do Oriente", para mais de mil pessoas, filme que deu a Ingrid Bergman Oscar de Coadjuvante. Briga com João Saldanha, que quase sai tabefe, no bar do Copacabana Palace. Organização do banquete de posse de Virgílio Távora (I Veterado), no Náutico Atlético Cearense. Encontro com dom Helder Câmara, que era hóspede do meu saudoso amigo Zenilo Almada. Bater na Gazeta, boca da noite, para obter, de Luís Campos, a coluna social, que o matutino em questão ainda não tinha. Adquirir um Dauphine na firma dirigida pelo Carlindo Cruz, casado com a única irmã de José Macêdo, ajudado por Audísio Pinheiro e José Pimentel. Por intermédio do deputado Aquiles Peres Mota, ferrar a Cidadania Cearense para o empresário construtor Omar O'Grady, tendo seu filho Paulo dado uma festa, depois, na Barão de Studart. Residir, por um quarto de século, no Hotel Iracema, inicialmente, por gentil convite do Cláudio Figueiredo, e algum tempo depois, ocupar a cobertura, graças ao meu compadre Chico Philomeno. Conhecer a China, um dos nove jornalistas brasileiros convidados pela Japan Air Lines, sendo apenas três do Nordeste e unzinho do Ceará, o Degas Aqui.

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Sim, é Verdade, Márcio Canamary e sua noiva Cláudia escolheram agosto, para a sagrada união. Sim, é Verdade, Beto Amora é o jubilado de julho ou, pelo menos, o primeiro, fazendo 80 a 5 e festejando a 2. Sim, é Verdade, Silowa Carvalho abriu a semana atendida pela capacitada terapeuta manual Kelly Miranda, na Estalagem Dois Sertões. Sim, é Verdade, Contador Gentleman Francisco Holanda telefonando para dizer que já tem quem vai me levar ao prefeito Vítor Valim, para nada pedir e agradecer por tudo. Sim, é Verdade, tendo ao lado mulher Helena, Colares de Maranguape, Egídio Serpa transmite que, aos 63 anos de batente, atravessa a melhor fase da carreira. Sim, é Verdade, Dalva, dona do Fornetto, onde vou todo dia, informando à distinta clientela que não dará Réveillon, pois pretende se divertir também.

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Dia nove do mês entrante, no Palácio da Luz, lança da antologia produzida por quatorze escritoras. Elaborada, em rigorosa ordem alfabética, por Aldana Lima, Aninha Martins, Ayla Nogueira. Francisca Torres, Graça Alves, Graça Roriz Fonteles, Klaudiana Torres, Lourdes Mozart. Lourdinha Leite Barbosa, Lucila Aires, Natália Viana, Silonildes Mesquita, Telma Lima e Vânia Gusmão. A ideia partiu da Ipuense de Letras, tendo sido tudo preparado durante a pandemia. Daí, a justeza do título, Onde Está o Batom?

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Batismos Brasileiros: Ladies Gaúchas, para Jaqueline Sá Cavalcante, Norma Bezerra e Lorena Frota. Miss Ceará Não Tida, para Wanda Palhano .... Anita da Lagoa, para Ana Cavalcanti. A Sucessora, para Emília Corrêa Lima, que veio ocupar o trono da Martha Rocha. De Vaca Pro Piano, para Fernanda Quinderé, que casou com fazendeiro do Piauí, passando pra Luizinho Eça, no Rio. De Caçula a Primeira-Dama, para Luíza Távora .... Vinhas dos Lopes, para a estância de Marildes e Lauro, que promoveram primeiro gala de Guaramiranga. Pérola de Camocim, para Zelma Câmara .... Dominical Verde, para Gisela Targino, que formava, no Dia do Descanso, roda de pife-pafe na Dr. Pompeu, bem próximo ao Ideal.

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Formentera é uma das cinco praias do Arquipélago Balear e uma das mais encantadoras. Ali, reinam a cearense Maria de Jesus Furtado, de Flecheirinha, e seu marido John Mayans, típico ibicenco bonachão. Eles tocam dois restôs, ambos ribeirinhos, Es Moli de Sal e Pirata, este levado por sua filha, a esperta Madalena Yern. Foi este espaço, nas orilhas do Mediterrâneo, que, ladeada por marido e filho, Vânia Canamary escolheu festejar seu natalício. Utilizando as duas casas, onde lhe foram ofertados o aristocrático pescado Lubina e o infalível presunto Pata Negra. Devidamente acompanhados por fantástico espumante espanhol, na hora do brinde-folhinha, adoçado por sobremesa de rei.

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BAI-BAI Do grandioso Virgílio Távora, que recebi no banquete promovido pelo O POVO, no Imperial Othon, para lhe entregar a Medalha Albanisa Sarasate. Luís Campos, na Federação das Indústrias, após meu criador me haver saudado no recebimento da Cidadania da Fiec, durante gestão de Jorge Parente. José Macêdo, almoçando em sua casa da Torre Dona Maria, numa segunda-feira. Manuelito Eduardo, perante almoço que periodicamente oferecia aos meus patrões e exs. Lurdes Moreira, no meu restô Ugarte, por ocasião do natalício. Walter Nogueira, no seu jubileu, na Matriz do Líbano. Edson Queiroz, na Manchete, por ocasião da homenagem da revista a Ivens Dias Branco. Eduardo Tapajós, que me hospedou no gratuito durante um quarto de século em seu Hotel Glória, que ousado Eike Batista acabou. Arialdo Pinho, em sua casa do Cumbuco, vitimado por AVC. Carlos Jereissati, acompanhando vice-presidente João Goulart, em casa de Bonaparte Maia, que por sinal não estava presente, na Avenida Santos Dumont. José Martins de Lima, chez Lurdes Gentil, na Torre Dona Maria. Chico Anysio, em companhia do diretor Carlos Manga, na piscina de Wilma Patrício. Adauto Bezerra, companheiro de elevador, na zona oeste, para festa de Oto de Sá Cavalcante, comemorando o pai, dr. Ari. Luiz e Dulce França na recepção dada pelo repórter à amiga Ivone Faria, no ainda Gran Marquise. Parsifal Barroso, em jantar do cônsul Bertrand Boris, entre Rui Barbosa e José Lourenço. Clóvis Rolim, em sua casa da Ana Bilhar, na noite em que receberia a Sereia de Ouro. Joãozinho Gentil, no Ideal, quando autografava meu segundo livro, "Assim Falava Paco...", que traz sua adorável irmã Beatriz Philomeno na capa. Jorge Xafy Ary reaparecendo por ocasião do anual confra natalino da Escola Unidos do Natal, realizado no Ugarte. Olga Barroso, completamente coberta de luto pela partida do marido, na praça do Banco do Nordeste. Guilherme Neto, primeiro diretor de televisão do Ceará, no Country Club, quando atingia oitentão. Maristher Gentil, mediante champanhota Crystal, que para ela abri, e caviar Beluga, no Caipira da estrada Caucaia-Icaraí. Demócrito Dummar, tomando café em sua casa, às vésperas de partir. Evandro Ayres, no meu restô cumbucano, formando roda de mãos dadas, para rezar por Chico Philomeno. Waldemar de Alcântara, na calçada da casa de São Gonçalo, tendo, naturalmente, Dolores ao lado. Armando Falcão, almoçando no Castelo da Lagoa com Lúcia Dummar e este colunista. O assunto, muito tocante para mim, volta.

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Fiz do prezado Luiz Sérgio Vieira personagem de recente blog Quinta Avenida, minha expelição de todo dia e o dia todo. Afinal, muito bem-nascido, ele é, inclusive, Borges por mãe, dos melhores troncos fortalezenses. Neto de um dos Doze das Damas, quer dizer, fundadores do Ideal, Meton Gadelha, que depois foi morar no Rio. Seu pai, Mário Câmara, foi vice e depois presidente do Conselho Deliberativo do Náutico Atlético Cearense. Portanto, está ligado às nossas maiores agremiações sociais, tendo sido tenista do Meireles. Não se deve esquecer que foi o principal costureiro do excelente governo do coronel César Cals.

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Amigo Totonho Laprovítera me leva hoje, às 22 horas, ao público espectador da TV Otimista. Entre os temas abordados, a eleição de Emília Corrêa Lima para Miss Ceará, no Meireles, e Miss Brasil, no Quitandinha de Petrópolis. Assinalo que o Casamento do Século, da noiva mais bonita, Beatriz Gentil, e do consorte mais rico, Chico Philomeno, aconteceu na base da Lei Seca. Por que peguei Brasileiro em meu nome, sendo Quezado da Aurora e Cavalcante de Petrolina, Pernambuco. Minha primeira condição de sócio do Náutico, na categoria Juvenil, único clube do qual fui pagante. E que o Brasil perdeu a Copa de 50, em pleno Maracanã, porque Uruguai tinha sete craques e nós apenas cinco.