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De Jocélio Leal, prazeroso copã de O POVO e CBN, em sua dominical, sob o título Lúcio Brasileiro do Anuário do Ceará: Desde a retomada do projeto Anuário do Ceará, no ano de 2002, o lançamento da edição é marcado por uma festa em traje passeio completo. Mas a liturgia e ao mesmo tempo a descontração do evento se devem. Em larga medida, a uma personagem, o jornalista Lúcio Brasileiro, Paco faz as honras da Casa ao lado dos editores. A pandemia impôs um evento virtual, na última segunda-feira, não ter com Lúcio foi um lamento a mais. Para quem faz o Anuário e para quem era convidado. Em 2021, o esperamos lá.

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Reunido em Cumbuco com parte do pessoal do Sociedade Cearense, recebi chamada do Pedro Galvão. Gerente da LCR, a gráfica do Christus, que vem imprimindo, com total apuro, o Livro da Nata. Ele aventou a possibilidade de a edição 2020 sair do prelo em volta da metade de outubro, sendo o número 21. Aliás, antes, também pelo fio, ouvi o teclador Juscelino Guilherme e o designer da capa Jon Barros, que o contador Júlio César considera sensacional em tijolos coloridos. Pena que muitos tiveram de sair, ensejando a programação de uma nova geração assaz merecedora, principalmente empresarial. O primor da obra que editamos não vai às bancas nem livrarias, sendo destinada aos verbetes que a compõem.

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Páginas Amarelas & Outras Notas Cinco livros de autores cearenses atingirão meio século, no próximo 2021: “O Tropel das Coisas”, de Eduardo Campos, que foi presidente da Academia de Letras e meu Patrão Inesquecível, “Rimas de Outrora”, de Carlyle Martins, “A Prece do Menino Aflito”, de João Jacques, “Os Mortos Azuis”, de Francisco Carvalho, “Entre a Boca da Noite e a Madrugada”, de Mílton Dias. Acuso recebimento do compêndio referente aos 45 anos da CORPVS, quer dizer, Jubileu de Rubi, aproveitando o ensejo para parabenizar Gaudêncio Lucena, Chief Executive Officer, pela bela encadernação oferecida, e Juarez Leitão, pelo texto escorreito e pela pesquisa iconográfica, aliás, a efemeriada instituição de segurança de valores cobre, além do Ceará, os estados de Pernambuco e Rio Grande do Norte e a capital de São Paulo. Quero assinalar que com meus braços, Henrique Alcântara, Evando Pereira e o zelador Sabu, encontrei uma maneira de atuar academicamente, como, afinal, é do meu feitio, além do Franzé de Lima, que presta notável colaboração pro jornal, rádio e blog, fazendo um tipo de ghostwriter. Primeiro convite para o esperançoso 2021 parte de Arthur Castro, que, em 17 de setembro, festejará seu cinquentenário no Copacabana Palace, e, entre outras vantagens, é terceira geração do meu clã Quezado da Aurora, filho do desaparecido primo Marçal, que me cedeu a caneta para que autografasse meu primeiro livro, “Até Agora...”, que lotou o Náutico com um ror de gente. E por falar em partida, devo assinalar que os rádio-ouvintes da terrinha perderam seu prefixo maior, tratando-se, no caso, de Verônica Fontenelle, presidente da sua Associação, batida pelos rins, contra ninguém pode, nem mesmo os médicos, pois Deus não lhes deu ainda a chave da salvação. A moça em questão era filha do meu particular amigo Geraldo, imortal da Academia, que foi meu colega na Dragão do Mar, em sua fase de ouro, que foi aquela de Moysés Pimentel, Blanchard Girão e Aécio de Borba, na Avenida do Imperador, de inesquecível memória. Rosilene Bandeira, professora da UVA, hospedando, em Icaraizinho, filha Ana Luíza Vasques e neto Gabriel, morantes na mineira São João Del Rey, que é bisneto de Rubenilson e Marluce Bandeira, que, quando meu Ugarte abria permanente, tinham sempre uma mesa à disposição. Quero assinalar que, neste Dia do Descanso, têm compromisso com seu calendário pessoal Ana Maria Kerth, Raquel Barbosa, Christine Ary, Eveline Monteiro. Além de Patrícia Studart, filha do meu particular amigo Beto, e Fábio Pinheiro, neto do grande Audísio, e apontado como herdeiro industrial do avô. E vou ficando por aqui mesmo, deixando meu preguiçoso abraço a todos vocês.

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Segundo substituto de Cid Gomes, Júlio Ventura assume, em novembro, cadeira no Senado. Nadja Parente, nataliciante do dia dez, tinge de azul comemor de Paracuru, recebendo amigas Anis. Estreiam no “Sociedade Cearense” Flávia e Ricardo Rolim, médico que, durante vírus, abasteceu de exames bairro mais populoso de Caucaia. Mesa de 15 eólicos do Pecém ocupando ala norte do Varandas, sendo que só dois varões. Diná e Ronei Paiva, há meses de molho na Ponta da Praia de Iracema, deixaram, para tomar rota do Rei do Caranguejo da zona leste. Desembargadores abrilhantando noitada do Ibiza, Antônio Marques, Byron Frota, Cláudio Carneiro, Eymard Amoreira, com suas respectivas.

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Boa notícia, mas só depois do vírus, em junho do próximo, TAP vai se ligar diretamente de Lisboa a Ibiza. Mesa mexicana no Varandas, só que não pediram tequila, preferindo regar lagosta com certeiro vinho branco. Caucaia sonhando ter o primeiro papa brasileiro, padre Washington, que será batizado de Gregório X. Segunda, tem compromisso com seu calendário pessoal, Herbert Aragão Júnior, neto de João Grangeiro. Fernanda Quinderé propagando tapetes da filha Biga, que, por sinal, já expôs no Ideal. Na calçada do Itaú, cruzo Ricardo Pontes, genro do presidente do BEC, Edgar Damasceno, que instalou as primeiras agências no sertão.

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Fernando César Mesquita esteve em Araguari, com mulher Cláudia, que veio ao mundo na cidade mineira. Ao retomar Brasília, recebeu a boa notícia de que livro do irmão civil Wilson Ibiapina saíra do prelo. Pois foi sua a apresentação de Histórias de Gente da Gente, que já está sendo distribuído mano a mano ou até mesmo casa em casa. E do qual sou protagonista, em página intitulada Lúcio Paco Brasileiro no Espaço do Tempo. Afinal, nossa amizade já ultrapassou meio século, tendo nascido na heroica TV-Ceará. Haverá, naturalmente, um lançamento festivo, que será coordenado pelo confreiro Inácio Almeida, quando passar o transtorno viral.

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Pela primeira vez, Anuário de O POVO, by Jocélio Leal, lançado virtual, daí porque não chefiei portaria, onde minha presença tanto enlevava o Demócrito. Recomendação do padre Washington, na vespertina das quinze horas de domingo, na Matriz de Nossa Senhora dos Prazeres, em Caucaia. No próximo ano, deveremos referendar, cada vez mais e sempre, a bondade de Nosso Senhor Jesus Cristo, foi a ordem expressa do reverendo. Antônio (Costinha) Costa voltou ao Cumbuco, especial reservar a mesa do natalício de Vera, estipulado para três de outubro. Quatro tenistas do Ideal, Luiz Fernando Mota, Gustavo Porto Lima, Daniel Liebmann, Fernando Aguiar, mais George Assunção, que não é, ocupando mesa almoçativa no Don Pepe. Hospedados no Carmel da orla, Raquel Vieira e Igor, que preenchia, na sexta, compromisso com seu calendário pessoal.

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Martelando no Minuto em O POVO-CBN: O noivo pede a mão da noiva a ela própria, isto é, dentro da mesma geração. A segunda etapa fica por conta do pai do noivo, que é quem se dirige ao futuro consogro. Na impossibilidade do pai, tão grata tarefa deve ser exercida pelo avô ou tio ou um irmão primogênito. Pode ser programado um primo mais próximo, o padrinho de batismo ou um professor. Ou até mesmo um amigo dileto ou colega de trabalho, e, se for jogador profissional, um parceiro de time. Quanto ao patrão, tem o inconveniente de ensejar a malícia que se trata de puxação de saco, visando a uma promoção no trabalho.

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Abafada a Revolta Constitucionalista de São Paulo, em 1932, Getúlio Vargas esteve no Ceará, em companhia de seu capanga-mor, Gregório Fortunato. E sempre vem à tona que se teria hospedado no Palacete Gentil do Benfica, que 22 anos depois serviria à Reitoria da Universidade Federal. Só que a história não é bem essa, não corresponde ao realmente acontecido, que agora conto. O coronel Zegentil, cuja mulher, Amelinha Frota, era retraída e vivia pra família e pra Igreja, declinou da honra. E passou pro filho João, que morava algumas quadras além, na mesma Avenida João Pessoa. E teve como recebente dona Sara, que mandou as filhas pequeninas pra serra, a fim de não atrapalharem.

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CABEÇA PRA FUNCIONAR & OUTRAS NOTAS Tem leitor que procurou não entender, pensando que eu cogitei ginecologista, aquela classe de médico que põe bebê pra viver, porém, na realidade, quis escrever, e escrevi, gimecologista, uma nova criação desta criativa coluna, para apreciadores e conhecedores daquela perfumada bebida que se presta às tardes ensolaradas em alto mar. Quero agradecer a Aurila Frota o álbum da filha Sarissa, residente no Chile, que Descartes Gadelha ilustrou, intitulado Amelita e Seus Bichinhos de Estimação. Quem telefona é a Márcia Cavalcante, que, com duas colegas, Beatriz Diógenes e Tânia Vasconcelos, está tocando uma pesquisa de Arquitetura e Decoração de Antanho, tendo ao fundo a Universidade Federal do Ceará. Em O POVO-CBN e também no Blog Brasileiro, estou pra iniciar uma série de dicas, não precisa nem dizer que amplamente oportunas, sobre tramitação nupcial, envolvendo o ato em si, na igreja, e a recepção que geralmente acontece. Estive no Bradesco da Floriano-Assunção, agência que passa por reforma interior, e padece, momentaneamente, da falta de elevador, que, adquirido das fontes mais modernas, está a caminho, podendo ser instalado a qualquer momento. Pretendo aqui registrar o primeiro mimo natalino recebido pelo colunista, provindo do Exterior, enviado por irmão civil, já se vê, de muita visão, que, providenciando o colírio faltante no mercado brasileiro, já se vendo, portanto, que se trata de um irmão civil de muita visão e sensibilidade.