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Sim, é Verdade, campeão mundial de UFC, Minotauro, baixou no Cumbuco e sentou praça no Varandas. Sim, é Verdade, meus únicos recebentes, até hoje, no Fortim, Vera e Costinha, tiveram mesa longa no Ibiza sabadino, em termos de tempo. Sim, é Verdade, Osvaldo Carioca e sua mulher Lúcia, irmã da desembargadora Iracema do Vale, e que têm morada no Wai-Wai de Studart, estreiam, neste ano, no Sociedade Cearense, o Livro da Nata. Sim, é Verdade, Sabino e Auxiliadora Henrique, que após 100 dias destrancaram a Estalagem Dois Sertões, primeiro chamaram os infantes da família e, semana seguinte, deram vez a representante da sociedade civil. Sim, é Verdade, Ada Faganelo terá companhias no bolo de velas, onguista Sorriso Colgate Marize Castelo e Marly Miranda, que receberá para a tríplice folhinha.

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Do advogado Itamar Espíndola: O Lúcio não é apenas inteligente, inteligentes somos nós, ele tem talento, ele cria. Com todo mundo gostando tanto de você, você só pode ser feliz. (Da aristocrata pernambucana Lurdes Gentil) Vou pedir uma coluna ao Sancho e aposto que em dois meses lhe derrubo. (Edson Queiroz, empresário que nos deu a Unifor) Qual o maior papo do Ceará? Não vou nem perder tempo pensando, é o Lúcio Brasileiro. (Nadir Saboya, diretora e atriz) Lúcio Brasileiro é bom caráter. (De Ivens Dias Branco para Geraldo Luciano, poucos dias antes da partida final) E de José Macêdo, para o colunista Tavares de Miranda, me apresentando: Este é o Ibrahim Sued do Ceará, só que, alfabetizado.

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Bismarck Maia, um Costa Lima por mãe da melhor margem do Rio Jaguaribe, foi um dos meus votados na seleção anual do Roberto Farias. Teve como pai Salomão Pinheiro, considerado um gentleman, que foi meu diretor em O Jornal, e tentou impedir o irmão proprietário de fechá-lo. Nossa amizade, que continuou vida afora, foi selada quando me presenteou com Heitor dos Prazeres, que engrandece o meu dormitório praiano. Casamento do atual prefeito de Aracati com Gláucia Barbosa valeu primeira página de Fame, e não apenas pela beleza da noiva, como também pela elegância do conupciante, que trajava casaca. Ele exerceu vistosa função no turismo nacional e um mandato de deputado federal bem votado. Tal, mais recentemente, aconteceu com seu filho Eduardo, um dos mais jovens da bancada cearense.

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UMA CEARENSE NA CASA BRANCA Minha fabulosa amiga Edith, irmã cronologicamente vizinha de Beatriz Philomeno, faria, terça, 95. Sobre a senhora em questão, que brilhou intensamente na sociedade carioca, seu tio, padre José Gentil, escreveu em “Os Frotas”: Maria Edith nasceu em Fortaleza, 7 de julho de 1925, filha de Sarah Campello e João Gentil, e consorciou-se, no Rio, com o cirurgião cancerologista Ugo Pinheiro Guimarães, de tradicional família também por mãe, uma Magalhães Castro, e que atingiu presidência da Academia Brasileira de Medicina. Estudou pintura com Fayga Ostrower e, mais tarde, cerâmica. Aprendeu canto com o maestro Helmann e, durante 11 anos, estudou piano. Deixou duas filhas, Bali e Cissa, que obteve considerável sucesso nas novelas da Globo. Por incrível que pareça, abandonou o piano por causa de Jacques Klein, seu conterrâneo e grande amigo da família. O talento e a execução de Klein, em vez de incentivá-la, deram-lhe, ao contrário, desânimo, e, assim, abandonou uma arte para a qual era positivamente dotada. Assim é Edith: culta, inteligente, de grande sensibilidade artística, mas sempre insatisfeita, sempre à procura da perfeição. Gostando intenso de viajar, conhece muitos países da Europa, da América do Norte e do Sul, tendo ficado empolgada com a viagem que fez ao Japão. De tal maneira descrevia o país que tanto apreciara que, ao ouvi-la, João Calmon disse-lhe um dia: Por que não escreve o que você está contando com tanto sabor e colorido? Ela não escreveu, mas quando os Diários Associados estavam se preparando para fazer a cobertura da posse do presidente Kennedy, João Calmon a contratou não admitindo que a isto ela se negasse. Foi então uma experiência maravilhosa, foi a mais empolgante, bela e grandiosa cerimônia a que jamais assistiu, disse-nos Edith, certa vez. Do brilho com que se houve nesta missão, que todos se lembram bem, valeu-lhe participar do grande coquetel que o presidente e a senhora Kennedy ofereceram na Casa Branca. Assistiu aí à posse de 15 personalidades que faziam parte do “staff” do jovem inesquecível presidente, verdadeira figura de iluminado, outra rara oportunidade que teve nesta viagem. Conheceu nessa ocasião Mrs. Roosevelt, o ex-presidente Eisenhower, entre inúmeras outras grandes pessoas do cenário internacional. Um dos seus pontos mais elevados foi haver vice-presidenciado a primeira-dama do País, Sara Kubitschek, nas Pioneiras Sociais, e também assessorou dom Hélder Câmara, na Cruzada São Sebastião.

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Sim, é Verdade, dedicação do dr. Cabeto conquistou não apenas o governador Camilo Santana, porém todos os protagonistas assistenciais da Guerra do Combate. Sim, é Verdade, livraria da Dom Luís aclama, em primeiro lugar, o livro do ex-governador Ciro Gomes. Sim, é Verdade, camisa mais bonita da semana era usada por Carlos Araruna, o Papo da Solidão, mais amarela que as asas da graúna. Sim, é Verdade, meu estandarte cumbucano é Larguem a Vida Alheia e Podem Aparecer. Sim, é Verdade, biribistas desfalcadas de Alda Sabóia, irmã do meu inesquecível amigo Aliatar Bezerra. Sim, é Verdade, Ada Faganelo foi uma das últimas nataliciantes do primeiro semestre, mas só festeja no final do segundo.

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Sim, é Verdade, estou plenamente convencido de que, face ano padrasto, governador Camilo Santana não programará Medalha da Abolição. Sim, é Verdade, terça, no meu Minuto da CBN, estabeleci que a melhor maneira de oferecer um drinque ao visitante é perguntando “O que vai ser?”. Sim, é Verdade, braço do dr. Ricardo Rolim na Clínica Mais da Jurema de Caucaia é sua mulher Vládia, que é dentista formada. Sim, é Verdade, tarde de ontem, no Ibiza, fui cobaia do italiano Luca, candidato a assumir espaguete e pizza. Sim, é Verdade, não consigo falar com a Fernanda Quinderé, que, pelo visto, pôs o fio também no isolamento. Sim, é Verdade, dr. Walber Vieira, reumatologista, porém estudioso no geral, proclama que, se não existe problema de olfato, é que o vírus não chegou.

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Segundo do Segundo: Hoje, 2 de julho, têm compromisso com seu calendário pessoal desembargador Eymard Amoreira. Juíza Shirley Carneiro .... João Guimarães, presidente da Associação Comercial, sucessor do pai. Tânia Varela, médica .... Larry Rabb, advogado neto do saudoso Paulo Carvalho, com quem trabalhei no CDL do Santa Lúcia. Kelly Cavalcante .... Márcio Feitoza, um dos braços do Mário, que representou Inhamuns na Câmara Federal. Cláudia Albuquerque, nascida Bessa, mulher do Jackson .... Rafael Pordeus, que colaborou com administração Joaquim Guedes, no Náutico. Nelson Montenegro, fundador da Escola Unidos do Natal, concretizou com Ana Lúcia uma das uniões do Gala dos Solteiros.

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Sim, é Verdade, nosso material de domingo, sobre o questionário virulento, bombou decididamente, com direito a carta de leitor e tudo. Sim, é Verdade, “a arte é para ser difundida, e não apenas apregoada", da Ignez Fiúza, provedora das melhores paredes. Sim, é Verdade, quando Sebastião Arraes me perguntou sobre o próximo Sociedade Cearense, ouviu “tá ficando uma beleza”. Sim, é Verdade, primeira efeméride de julho seria da Edith Pinheiro Guimarães, irmã da Beatriz Philomeno, que faria 95 dia sete. Sim, é Verdade, notário público e colecionador Cláudio Aguiar chegou de tarde ao Cumbuco, porém não viu a primeira árvore de Natal do mundo, pois, de noite, norteou a Lagoa do Banana, em sentido contrário. Sim, é Verdade, Isa Martins e Paulo Zugaib marcaram seu casamento, todavia, por precaução, só em fevereiro, mantendo México como local.

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Na reabertura, desta vez pra valer, do Ibiza cumbucano, a Escola Unidos do Natal se fez devidamente representar. Sebastião Arraes, por exemplo, achou por bem adoçar a feijoada do chef Chicão com um Chateau Margaux. Humberto (Menino) Camurça ressaltava que Deus retirou Anita na hora H, pois a amiga jamais saberia conviver com isolamento. Givaldo Sisnando anotava medicamentos a serem encomendados para o filho Eduardo trazer dos States, que, por sinal, não tinham nada que ver com o mal do momento. Kalu Neto Brandão foi ausência plenamente sentida, preço que pagou por estar atingindo quase 70, do outro lado da cidade. Enquanto Nelson Montenegro teve de aguardar proximidade do pôr do sol, para retomar ponto de origem, Fortaleza.

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Januário Feitosa, por sua atuação na área federal, foi um dos raros recebedores da Medalha Presidente Castello Branco. Essa honraria, criada pelo governador Virgílio Távora, teve como primeiro laureado Luiz Eduardo Campello. Trata-se, no caso, de um cearense que se tornou grande empresário em São Paulo, irmão mais novo de dona Sarah Gentil. Também fundou um clube, o Samambaia de Guarujá, que conheci no apogeu, levado por dois amigos que fiz à beira-mar, o Vigário e o Delegado. Dr. Luiz foi aquinhoado como Personalidade do Ano nas Relações Brasil-Estados Unidos. E eu estava presente ao banquete, no Hotel Plaza de Nova York, tendo ao lado Edson Queiroz, cuja mulher, Yolanda, mais tarde receberia a mesma comenda.