Vesperal das moças

O Cine Diogo, que reinou durante 18 anos como principal cinema da cidade, exigia o paletó, até quando o São Luiz foi inaugurado, e aí dispensou, iniciando penosa decadência.

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Quando o cinema era a melhor diversão, Otávio Bonfim chegou a ter duas exibidoras, na praça, o Cine Familiar, dos padres, que ainda hoje estão lá, e bem pertinho, por trás da Sumov, o Cine Nazaré.

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Se me perguntam qual o cinema de minha primeira juventude, direi que foi o Cine Santos Dumont, popularmente chamado Dioguinho, explorado pelos padres jesuítas, no lado sul da Praça do Colégio Militar, onde, me parece, quando fechou, se prestou a uma dependência da Petrobras. Eu ia a pé, pois meus pais moravam na Gonçalves Ledo, e minha avó na Nogueira Acioly.

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As irmãs Joan Fontaine, que fez Rebeca, e Olívia de Havilland, bem melhor atriz, que ganhou um Oscar pelo esplêndido “A Herdeira”, eram inimigas fidagais, e, segundo sei, partiram sem fazer as pazes fraternais.

Vesperal das moças

Tirante as chanchadas da Atlântida, primeiro filme brasileiro a fazer sucesso real foi “Obrigado, Doutor”, tendo Anselmo Duarte de protagonista.