Nem tanto

Na Copa dos Estados Unidos, 1994, aquele circo armado pelo Havellange, Romário foi um artilheiro de méritos muito discutíveis, pois não fez gols nos últimos 130 minutos jogados, dez com a Suécia e 120 contra a Itália, a partida inteira mais a prorrogação. Aliás, o Mundial em questão foi muito pobre de brilho.

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