Feitos

Papo com Pelé, no Hotel Reis Magos de Natal, tendo na mesa também seu companheiro de ala no Santos e também na Seleção, então treinador Pepe, e Carlos Alberto, o Capitão da última Seleção que Brasil faturou jogando belo futebol.

Grandiosos

A primeira vez que baixei em Guaramiranga, hóspede de Ilka e Raul Carneiro, convidado por seu filho Antônio Lúcio, que formava comigo a dupla caçula da Turma do Líbano.

Feitos

Quando recebi, na Torre do Iracema, Luiz Severiano Ribeiro Júnior, que havia me ensejado, via seu representante local, Samuel Tabosa, uma das maiores comemorações de meu Jubileu, qual seja, uma pré-estreia no Cine São Luiz superlotado, levando “Anastácia”, com o qual a grande Ingrid Bergman havia recebido o segundo Oscar de sua brilhante carreira.

Feitos

Ao ser apresentado, por dona Luíza Távora, então primeira-dama, ao presidente Castello Branco, no 410 da Barão de Studart, onde ela morou os quase quatro anos do governo do marido.

Feitos

Comentar para a Ceará Rádio Clube o clássico internacional Brasil x Inglaterra, no Maracanã, que marcou a estreia de João Saldanha como treinador do escrete e a despedida de Gilmar, um goleiro que não tremeu.

Lá em cima

No Jockey Club de São Paulo, participei do banquete para 600 que Luiz Eduardo Campello e sua mulher Alice, uma Morais Barros, anfitrionaram, face união civil da filha Mariinha com Nico Scarpa. O pai da noiva era cearense, que cresceu no Sul, atuando no ramo metalúrgico e ficou famoso na alta roda por haver criado em Guarujá o Clube Samambaia.

Papo na praça

Está registrado entre os maiores o que bati com Nertan Macêdo, de um domingo pra segunda, em Majorlândia, na casa que o saudoso Abelardo Costa Lima me emprestou. Foi das nove da noite às seis da manhã seguinte, tomando um vinho tinto peba e tirando gosto com um queijo igualmente peba. Quando a aurora brotou, mandaram buscar o Nertan, e eu fui dar uns mergulhos sozinho, no mar generoso.

Teto alheio

Meu primeiro hotel pra valer foi o Canaã do Espírito Santo. Saí de Fortaleza pro Rio, que negou pouso, e tivemos que descer em Vitória. O hotel em questão, faz anos, não mais existe, ocupado por uma repartição da Vale do Rio Doce.

Mundo afora

Cito em primeiríssimo lugar minha viagem à China, convidado pela Japan Air Lines. Formei no grupo de jornalistas, três do Sul, três de São Paulo e três do Nordeste, sendo um do Ceará, e nunca entendi por que não chamaram ninguém do Rio. Quando baixamos no aeroporto de Pequim, topamos com a imperdível mistura de frio e sol, e então comecei a chorar, duvidando que um beradeiro da Aurora pudesse ter atingido o outro lado do mundo.

Festanias

O meu amigo José Macêdo era um festeiro de mão cheia e, quando dos 40 anos do Grupo, me contratou e me deu todas as condições de realizar um baile na sede central da Aldeota. Desse modo, pude meter minha mão até no toalete. Trouxemos do Rio a Orquestra do Maestro Cipó, e as danças aconteceram numa imensa pista de madeira. Centenas de garçons foram contratados, e especialmente deslumbrante foi a queima de fogos. Jamais tinha havido e jamais haverá outra festa igual.