À guisa

“Pró Cearense” foi uma criação de minha coluna, estabelecida para distinguir o filho ou neto de cearense, porém não alencarino, quer dizer, sem ter nascido aqui.

Pia

“O Indispensável”, uma das minhas criações mais bem recebidas, dedicada ao preclaro desembargador Zezé Câmara.

Pia

“São Pedro Pescador” foi o melhor batismo que encontrei para a capela do Cumbuco, que, por sinal, usufrui pequena presença de nativos, na única missa semanal, ao cair da tarde de sábado.

Pia

“Campeão do Xadrez da Vida” foi minha criação para o amigo Luiz Gentil, que, em seu percurso, sofreu vários deblaques, começando, quando garoto, teve uma perna estragada por injeção que o médico aplicou em lugar errado, e, no entanto, sempre procedeu altaneiramente.

Pia

De “Castelo da Lagoa”, a casa de Messejana, onde, a oeste, reinou Lúcia Dummar, uma das duas varoas de Demócrito Rocha, fundador de O POVO.

Pia

“Bisturi Afiado” foi criação deste repórter para acentuar competência cirúrgica do dr. Galba Lobo.

Pia

Batizei de “Bracau” agência do Bradesco em Caucaia, onde, por sinal, sou correntista, embora peba. Aliás, o pessoal de lá é muito cortês e facilitativo.

Batismos de ouro

Rianil, a loja azul da Floriano Peixoto, para tecidos e granito, que só vendia sapatos para homens, loja de calçados da Guilherme Rocha.

Batismo de Fufa

Uma das melhores denominações que eu presenciei em minha ainda curta vida foi a da Sapataria A Esquisita, de Wilson Araújo, o primo de Edyr Rolim.

Batismo de fogo

Uma das minhas inspirações favoritas foi quando decidi denominar confreira Adísia Sá, que teve participação no meu ingresso em jornal, de A Pequena Notável.