Batismo

Um dos meus favoritos é À Leste do Éden, para nominar o resto do Ideal, até mesmo porque jamais concordei com Arcadas, que o Tarcísio Parente, por sinal, já teve um.

Batismo

Um dos meus melhores foi para acentuar competência cirúrgica do Dr. Galba Lobo, a quem chamo de Bisturi Afiado.

Batismo

Capitão Bosco, e nem poderia ter outro nome, a ponte sobre o Rio Barra Nova, fronteira Icaraí-Tabuba, afinal, foi ele quem a construiu, do próprio bolso.

Batismo

Um dos meus favoritos, senduvidamente, “À Leste do Éden”, para nominar o restô do Ideal, até mesmo porque jamais concordei com Arcadas, que inclusive já houve um, do Tarcísio Parente.

Batismo

Hilário Macêdo, cidadão refinado, chamava a Lurdes Gentil de Santinha, porém ela nunca externou se apreciava ou não esse apelido.

Deu à luz

Laboratório central de produção deste repórter batizou grandioso Virgílio Távora de “Fiat Lux”, por haver proporcionado, com Paulo Afonso, a redenção do Estado.

Batismo

Uma das perdas do ano terminante foi Joãozinho Gentil, caçula dos varões de “seu” João e dona Sara, a quem meu laboratório de criação alcunhou de “Campeão-de-Terra-e-Mar”, por ser grande proprietário e haver vencido algumas vezes a Prova Heroica de Natação, entre Náutico e a Ponte Metálica.

Batismo

“Ex-Quase-Tudo”, para Lúcio Gonçalo de Alcântara, único varão de dr. Waldemar, que só não foi vereador nem deputado estadual.

Batismo

José Carneiro da Silveira, de quem se dizia possuidor de 864 imóveis, foi alcunhado por mim de “Imobiliardário”, outra ótima criação do meu laboratório.

Justiça em concreto

Coube a este repórter batizar, muito justamente, a ponte sobre o Rio Barra Nova, ligando final do Icaraí ao começo da Tabuba, de Ponte Capitão Bosco.