Laboratório

Minha coluna em O POVO batizou de Padre de Sacristia aquele que, ao contrário de dom Helder Câmara, não vai à rua para ouvir, encaminhar e tentar resolver os problemas do povo. Era a contrapartida do Padre de Passeata, como Nelson Rodrigues chamava os sacerdotes que ele considerava de esquerda.

Laboratório

Uma das mais clarividentes invenções deste repórter aconteceu na homenagem que pretendemos prestar a Margarida Borges, qual seja, A Delegada Que Só Prende Por Amor.

Laboratório

Em minha coluna, costumo chamar de Maria Alheia a grande maioria das anfitriolas. Pois, em vez de criar, se limitam em imitar o que as outras fazem. Assim, se você apreciar um filé feito daquela maneira num jantar, pode se preparar que nos meses seguintes só dará aquele prato.

Laboratório

Não é difícil atinar porque chamo o Ideal “Clube das Monsenhores”. Acontece simplesmente que sua ala sul dá pra Tabosa e a oeste pra Bruno.

Bia batismal

Para Manuelito Eduardo, criei Patrão Inesquecível, que ele foi na televisão e no jornal, só não no dial, pois, quando ingressei na Rádio Clube, ele já havia partido.

Pia batismal

À Leste do Eden, para o restô, e Clube das Monsenhores, para a sede, foram elucubrações deste bloguista, para o Ideal.

Pia batismal

Aristocracia da Laranja Que Quando Amargou Virou Mel, enunciação para o patriarca de Russas, Jeová Costa Lima, e sua frota.

Pia batismal

Para Margarida Borges, criei “a delegada que só prende por amor”.

Pia batismal

M. Dias Branco, Sempre de Braços Abertos Para Crescer, slogan radiofônico criado por este repórter para o grupo do Aquiraz.

Pai da criação

“Os Doze das Damas” é como batizei os fundadores do Ideal, que nasceu nas Damas, que, após um curto período na Rua Tabajaras, se passou para a atual sede, que fica difícil situar, e a Prefeitura não esclarece bem, pois não é Iracema, nem Meireles. Certeza nós só temos que será eterna, pela felicidade do projeto do Sílvio Jaguaribe.