Cópia

Em minha coluna, apelidei de “Maria Mata-Borrão” aquela recebente que copia o filé das outras. Quando ela o convoca, você já sabe o que vai degustar, basta se informar qual foi o menu do último jantar acontecido.

Batismo certo

Garçons e clientes chamam de taça aquele copo onde a gente toma água, refrigerante ou até cerveja, só que não é, pois taças só existem três, a taça de champagne, a taça de sorvete e a taça da amargura. A denominação certa será sempre copo de pé.

Celeiro da criação

“Bisturi Afiado” é como este repórter decidiu batizar o bamba cardiológico dr. Glauco Lobo.

Laboratório

Minha coluna em O POVO batizou de Padre de Sacristia aquele que, ao contrário de dom Helder Câmara, não vai à rua para ouvir, encaminhar e tentar resolver os problemas do povo. Era a contrapartida do Padre de Passeata, como Nelson Rodrigues chamava os sacerdotes que ele considerava de esquerda.

Laboratório

Uma das mais clarividentes invenções deste repórter aconteceu na homenagem que pretendemos prestar a Margarida Borges, qual seja, A Delegada Que Só Prende Por Amor.

Laboratório

Em minha coluna, costumo chamar de Maria Alheia a grande maioria das anfitriolas. Pois, em vez de criar, se limitam em imitar o que as outras fazem. Assim, se você apreciar um filé feito daquela maneira num jantar, pode se preparar que nos meses seguintes só dará aquele prato.

Laboratório

Não é difícil atinar porque chamo o Ideal “Clube das Monsenhores”. Acontece simplesmente que sua ala sul dá pra Tabosa e a oeste pra Bruno.

Bia batismal

Para Manuelito Eduardo, criei Patrão Inesquecível, que ele foi na televisão e no jornal, só não no dial, pois, quando ingressei na Rádio Clube, ele já havia partido.

Pia batismal

À Leste do Eden, para o restô, e Clube das Monsenhores, para a sede, foram elucubrações deste bloguista, para o Ideal.

Pia batismal

Aristocracia da Laranja Que Quando Amargou Virou Mel, enunciação para o patriarca de Russas, Jeová Costa Lima, e sua frota.