Laboratório

Não é difícil atinar porque chamo o Ideal “Clube das Monsenhores”. Acontece simplesmente que sua ala sul dá pra Tabosa e a oeste pra Bruno.

Bia batismal

Para Manuelito Eduardo, criei Patrão Inesquecível, que ele foi na televisão e no jornal, só não no dial, pois, quando ingressei na Rádio Clube, ele já havia partido.

Pia batismal

À Leste do Eden, para o restô, e Clube das Monsenhores, para a sede, foram elucubrações deste bloguista, para o Ideal.

Pia batismal

Aristocracia da Laranja Que Quando Amargou Virou Mel, enunciação para o patriarca de Russas, Jeová Costa Lima, e sua frota.

Pia batismal

Para Margarida Borges, criei “a delegada que só prende por amor”.

Pia batismal

M. Dias Branco, Sempre de Braços Abertos Para Crescer, slogan radiofônico criado por este repórter para o grupo do Aquiraz.

Pai da criação

“Os Doze das Damas” é como batizei os fundadores do Ideal, que nasceu nas Damas, que, após um curto período na Rua Tabajaras, se passou para a atual sede, que fica difícil situar, e a Prefeitura não esclarece bem, pois não é Iracema, nem Meireles. Certeza nós só temos que será eterna, pela felicidade do projeto do Sílvio Jaguaribe.

Batismo de fogo

Base de Santa Cruz é como passei a denominar a casa do anfitrião Paulo Sérgio, ao pé das dunas cumbucanas, e tudo indica que pegou, como, aliás, tudo que de boa vontade patrocino.

Batismo de fogo

Batismo de fogo Um dos melhores que já engendrei, nessa mania que vem desde pequenino, de alcunhar as pessoas, foi uma pretensa homenagem à querida amiga Margarida Borges: A Delegada que Só Prende por Amor.

Batismo de fogo

Entre as bolações partidas da minha coluna, pincelei: Veterado, para o Governo Virgílio Távora, Patriarca do Açude Gigante, para Elizeu Batista, Santa Cruz, para a casa de Paulo Sérgio, no Alto Cumbuco, Ponte Capitão Bosco Dias, para a que ele construiu sobre o Rio Barra Nova, na fronteira Icaraí-Tabuba, Colunas do Meireles, para o Náutico Atlético Cearense.