Fez falta
Até hoje, lamenta-se que o treinador Flávio Costa não tenha convocado o ponteiro Cláudio, do Corinthians, que vinha na Seleção desde 1942.
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Categoria: Bola passada
Mal-posto
Dos 22 que o Brasil enviou para a França, na terceira Copa do Mundo, um não pôde atuar, pois a Fifa alegou que Niginho pertencia ao Lazio, clube italiano.
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Pra aquecer
Juízes ingleses foram contratados pela Federação Carioca para apitarem os jogos do Campeonato de 1949. O que os dirigentes não sabiam era que quase todos eram partidários de uma biritagem antes dos jogos.
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Em forma
O grande Friedenreich, campeão sul-americano de 19, poderia ter atuado na Copa de 30? Muito se falou na época que, embora em fim de carreira, poderia, pois jogara no Paulistano até 1935.
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Futebol clube
Campeão carioca em 45, pelo Vasco, que o comprou do Madureira, junto com Lelé e Jair, Isaías pereceu tuberculoso, contagiado pela mulher com quem vivia. Atuou uma vezinha só pela Seleção Brasileira.
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Não vingou
Tesourinha, Zizinho, Heleno de Freitas, Jair e Ademir como ponteiro. Essa era a linha atacante idealizada pelo treinador Flávio Costa para o Mundial de 50, todavia, não teve desejo concretizado face ao problema mental de Heleno e a contusão de Tesourinha, logo a seguir.
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Pó de arroz
Vencendo Botafogo, Flamengo e América, precisamente nesta ordem, o Fluminense sagrou-se campeão carioca em 1946, quando a decisão se deu em competição super.
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Bola pioneira
Martin, Luizinho e Leônidas da Silva foram os primeiros craques brasileiros que tiveram a primazia de participar de duas Copas do Mundo.
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Não deu para ganhar
No jogo de estreia do Brasil no Mundial de 1978, na Argentina, o juiz marcou um corner favorecendo o adversário, que era a Suécia. Porém, logo que o ponteiro nórdico tocou na bola, o juiz do país de Galles deu a partida por terminada. A defesa sueca, que ouvira o apito, parou, e o gol não valeu.
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Umas e outras
Em 1949, quatro juízes ingleses foram contratados pela Federação Carioca para arbitrar os jogos do campeonato. Os quatro foram devolvidos ao país de origem pois, se entendiam de regras do jogo, também eram chegados ao “velho escocês”. Eles arbitravam as partidas já em estado de embriaguez. Tinha, então, um Mr. Ford, que era o campeão dos campeões em termos de porre.
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Suspiros de vida
Nos instantes derradeiros da final da Copa de 50, o juiz George Reader marcou um corner contra o Uruguai. Se resultasse em gol, o Brasil, beneficiado pelo empate, seria campeão. Mas logo que a bola baixou na área uruguaia, o árbitro britânico apitou o término, quer dizer, na hora que Friaça tocou na bola, não valia mais nada.
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Cedo demais
Se tivesse havido Copa do Mundo em 1942 e 1946, sairia muito provavelmente campeã a Argentina, donatária quase certamente do melhor time do mundo, inclusive do fabuloso center Pedernera. O Brasil, pela primeira vez, foi campeão em 1958.
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Tomado
O Brasil só sofreu uma derrota no Mundial de 34, realizado na Itália, perdendo de 3 x 1 para a Espanha, segundo consta, em uma arrumação do juiz alemão Alfred Birlem, que tomou o jogo do Brasil. A equipe brasileira apresentou um grande time; tinha, na meia esquerda, nada mais, nada menos que Leônidas da Silva, autor do nosso único tento.
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Cota mínima
Qual foi o mundial para o qual o Brasil mandou menos jogadores até hoje? Foi o de 1934, realizado na Itália, para o qual enviamos apenas 17, dos quais apenas 11 entraram em campo.
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Difícil de crer
O selecionado cearense enfrentou e perdeu para o Pará, em jogo realizado na tarde de sábado gordo. A gente precisava ganhar e Alencar fez um gol que o juiz anulou e a torcida pretendeu matá-lo, mas tudo indica que foi um calamitoso impedimento. Como havia perdido em Belém, o Ceará precisava ganhar para enfrentar a Bahia.
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Astros demais
O treinador Flávio Costa tentou juntar no mesmo ataque os três maiores centroavantes brasileiros da década de 40, Leônidas, Ademir e Heleno de Freitas, só que não rendeu, pois o escrete não passou de empate com o Paraguai, nosso gol marcado pelo zagueiro Norival.
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A jato
Leônidas da Silva, que se sagrou campeão paulista em 48 pelo São Paulo, foi convocado por Flávio Costa para Sul-Americano do ano seguinte, que estabeleceu prazo muito curto para que ele perdesse muitos quilos e pudesse assim comandar o ataque do escrete.
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Erro de convocação
O treinador Flávio Costa morreu sem conseguir explicar por que não chamou Cláudio do Corinthians para Seleção de 1950. O resultado é que, com a contusão de Tesourinha, que seria o titular, ele teve de escalar na extrema direita jogadores que eram craques, mas não eram pontas – por exemplo, o baiano Maneca.
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Pés aposentados, mãos estendidas
O beque Juvenal, que foi apontado como um dos três maiores culpados da derrota do Brasil no Maracanã, juntamente com o médio Bigode e o goleiro Barbosa, morreu na miséria, no interior da Bahia, vivendo num quartinho que nem ele cabia.
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Nazifascista
O juiz que, na Copa do Mundo de 34, tomou do Brasil para dar para a Espanha chamava-se Alfred Birlem, que era alemão.
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