Para fora
Essa história de colocar todo o time no banco não tem o menor cabimento, deve ser no máximo cinco, com dois goleiros e três da linha.
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Categoria: Bola passada
Uma vez na vida
No Campeonato Carioca de 1951, houve uma rodada que só deu empate e pelo mesmo placar,
1 × 1. Foram cinco jogos.
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Bola passada
Brasil levou anos pra conseguir um título mundial de futebol, que só veio na sexta Copa que disputou. E assim mesmo, o caneco saiu manchado, pois na semifinal, jogo duríssimo, a França, que vinha sendo o melhor time do campeonato, jogou todo o segundo tempo com dez, e na final, contra a Suécia, logo no início, Djalma Santos aplicou uma cacetada no ponteiro Skolund que foi parar capengando, sem nada poder fazer em sua posição. Faz-se mister esclarecer que naquele tempo, 1958, não havia substituição, jogador lesionado era como se fosse expulso.
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A bola de ouro
O gol que Leônidas da Silva fez de pé no chão, na estreia do Brasil na Copa de 1938, na França, onde enfrentava a Polônia, foi o quinto do jogo e o primeiro da prorrogação. Por sinal, o único consignado sem chuteiras de toda a história dos mundiais.
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Gramado real
Muita gente pensa que o Brasil estreou no primeiro Mundial, em 1930, no Estádio Centenário, especialmente construído pelo Governo uruguaio para sediar a primeira Copa do Mundo. Acontece que a estreia do Brasil foi no campo do Penarol, o Parque Central, que por sinal conheci, pois o grande estádio ainda não estava pronto, quando jogamos e perdemos para a Iugoslávia.
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Bola rolando
Zagueiro central estilo clássico, Djalma Dias foi três vezes chamado para a Seleção Brasileira e acabou desconvocado nas três ocasiões, não chegando a jogar em Copa do Mundo, a não ser nas Eliminatórias. Foi um dos poucos que se aproximaram da classe do insuperável Domingos da Guia.
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Bola rolando
Brasil ganhou dois Mundiais bastante suspeitos, o da Suécia, quando a França, melhor time, jogou segundo tempo todo só com dez, e Chile, em 62, quando juiz roubou descaradamente, anulando um gol legítimo da Espanha, e deixando de marcar ostensivo pênalti do grande Nilton Santos, lateral-esquerdo do Brasil.
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Bola rolando
Se for pesquisado com a devida atenção, Zagallo, que foi campeão e vice mundial, não estará com essa pelota toda, pois foi o treinador brasileiro que foi mais derrotado em Copas, quatro vezes, França, Holanda, Polônia e até mesmo a fraquíssima Noruega.
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Bola passada
Clodoaldo foi uma das gratas revelações da Seleção que faturou a Copa de 70 no México, última que o Brasil ganhou jogando futebol. No jogo mais importante, contra a Inglaterra, com Gerson de fora e Rivelino se lesionando durante a partida, ele e Paulo César, o reserva de luxo, aguentaram a barra na apertada vitória, que mais justo seria o empate.
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Bola rolando
Fato muito raro protagonizado por Pelé. Foi o jogador que atuou na Seleção primeiro que no Campeonato Estadual, fazendo sua estreia no escrete sem participar de nenhum jogo pelo torneio paulista.
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Bola rolando
A crônica apontou Pelé maior craque da Copa de 70, porém, o Fagner garante que, no jogo com o Uruguai, o Rei não chegou a pegar na bola.
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Bola rolando
Entre as razões pelas quais Brasil não pode propagar ser o melhor futebol do mundo é que a Seleção está fora da lista dos melhores jogos de todos os tempos, que foram (são) Uruguai x Argentina, em 30, Itália x Espanha, em 34, Hungria x Uruguai, em 54, Itália x Alemanha, em 70, Argentina x Inglaterra, em 86.
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Bola rolando
No Mundial de 38, na França, o Brasil levou 22 jogadores, portanto, dois times completos, dos quais só um atleta não entrou em campo, o center Nijinho, reserva de Leônidas, que estava filiado ao Lazio da Itália, e foi vetado pela Fifa.
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Show de bola
Arati, um apenas lateral do Madureira e depois do Botafogo, só jogou uma vez pela Seleção, enfrentando o México, no Pan-Americano de 1952. Acontece que, nessa partida disputada no Chile, estreou, nada mais, nada menos, que Didi, o futuro bicampeão mundial, e fez, assim, Arati ter seus 15 minutos de glória.
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Bola passada
Só houve um jogo em Copa do Mundo que o grande Pelé marcou mais de dois gols, aconteceu na semifinal de 1958, na Suécia. Fez três no segundo tempo, só que seu marcador, o médio Jonquet, estava na enfermaria, e naquele tempo não havia substituição, jogador lesionado era como se tivesse sido expulso de campo.
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Bola rolando
Djalma Dias, zagueiro-central estilo clássico, foi três vezes chamado para a Seleção Brasileira, e acabou desconvocado nas três ocasiões, não chegando a jogar em Copa do Mundo, a não ser a Eliminatória. Foi um dos poucos que se aproximaram da classe do insuportável Domingos da Guia.
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Bola rolando
Das duplas inicialmente formadas por João Saldanha para a Copa de 70, quer dizer, um titular e um suplente, só quatro permaneceram até o final, com Zagallo, Carlos Alberto e Zé Maria, Clodoaldo e Piazza, Gerson e Rivelino, Edu e Paulo César.
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Bola rolando
No Hotel Plaza, de Salvador, pouco depois do jogo Santos x Bahia, me sentei na mesa do Mauro, bicampeão mundial no Chile, então treinador, quando lhe perguntei porque Flávio Costa o havia desconvocado da Seleção de 50, preferindo os apenas razoáveis Juvenal e Nena. Disse simplesmente que não sabia.
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Bola rolando
No seu jogo de estreia pela Seleção, Pelé amargou uma derrota. Foi na Copa Roca de 1957, quando fez o gol brasileiro no 1x2 contra a Argentina.
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Canarinha presa
Toninho Cerezo, que brilhava no Atlético Mineiro, não emplacou em Copa do Mundo, fracassando na Argentina e sendo apontado como um dos responsáveis pela derrota diante da Itália na Espanha, quatro anos depois. Serve de exemplo para o caso do jogador bom no clube e ruim na seleção.
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