Até rei
O Maracanã não serviu de palco para o único jogo da Seleção em que Pelé foi expulso. Aconteceu no Pacaembu, e Argentina meteu três.
|
Categoria: Bola passada
Teto
Ao encerrar sua extraordinária carreira, em 1948, Domingos da Guia recebeu da Confederação Brasileira de Desportos uma casa quitada em Bangu.
|
Fez falta
Até hoje, lamenta-se que o treinador Flávio Costa não tenha convocado o ponteiro Cláudio, do Corinthians, que vinha na Seleção desde 1942.
|
Mal-Posto
Dos 22 que o Brasil enviou para a França, na terceira Copa do Mundo, um não pôde atuar, pois a Fifa alegou que Niginho pertencia ao Lazio, clube italiano.
|
Festa no interior
O Estado do Rio, não confundir com Rio de Janeiro, enviou três atletas para o primeiro Mundial, em 1930, realizado em Montevidéu: Poly, do Americano de Campos, Oscarino, do Ypiranga de Niterói, e Manuelzinho, do Canto do Rio. Do trio, só atuou o ponteiro Poly, que jogou na estreia contra a Iugoslávia, em que perdemos, e logo aí sobramos, na nossa primeira partida em Copa.
|
Máximo e mínimo
O Mundial que o Brasil se fez representar com o maior número de atletas foi o primeiro de todos, nada menos que 24 jogadores mandados ao Uruguai, e no segundo, realizado na Itália, em 34, foi a Copa em que o escrete se fez representar pelo menor número, 17.
|
Nos finalmentes
Faltavam apenas onze minutos para o jogo do Maracanã terminar, quando Uruguai marcou o gol da vitória, ficando como campeão mundial de 1950.
|
Não campeãs
Famosas linhas médias da Seleção Brasileira, Hermógenes, Fausto e Fernando (Copa de 30); Tinoco, Mantin e Canalli (Copa de 34); Bauer, Danilo e Bigode (Copa de 50).
|
Descarado
Na Copa de 34, realizada na Itália, o Brasil foi garfado pelo juiz alemão, quando merecia passar para as semifinais.
|
Craque dos craques
Brasil apresentou no primeiro Mundial, em 1930, Fausto dos Santos no centro da linha média, e no segundo, em 1934, Martin Silveira, que foi também titular na terceira, em 1938. Depois apresentamos bons jogadores na posição, porém, não do apuro técnico desses dois.
|
Balana para não sair
Última convocação do grande Leônidas da Silva para o escrete se deu no Sul-Americano de 49, por obra do treinador Flávio Costa, que, entretanto, exigiu que o Diamante Negro perdesse muitos quilos em muito pouco tempo, para confirmá-lo no comando do ataque nacional.
|
Dúvida
Até hoje perdura sobre quem marcou o primeiro gol contra a Espanha, no Maracanã, embora a imprensa brasileira tenha atribuído a Ademir, o juiz da partida LEAFE colocou, na súmula, Parra, contra o centro-médio dos ibéricos.
|
Sem bola
O Armando Vasconcelos presenciou o deprimente espetáculo, qual seja: porteiro do Estádio Presidente Vargas proibindo a entrada do grande Pipiu, por não ter com que pagar o preço do ingresso.
|
Esconde, esconde
Nos preparativos da segunda Copa, alguns craques, incluindo o grande Domingos da Guia, foram escondidos numa fazenda pelos dirigentes paulistas para não atenderem à convocação da CBD. Desse modo, o Brasil acabou não mandando sua força máxima para a Itália, em 34.
|
Triste fim
Os distúrbios mentais que atingiram Heleno de Freitas e abreviaram sua carreira tornaram-se mais fortes nos anos 40, quando ele voltou do Boca da Argentina e foi jogar no Vasco, clube pelo qual obteve seu único título no Brasil.
|
Miúdo como ele
Quando eu morava na Gonçalves Ledo, abiscoitei um recorde, só que negativo: tinha, talvez, uns doze anos, quando fui ao Presidente Vargas assistir ao jogo Gentilândia x Nacional, lanternas do Campeonato, que tinha apenas vinte torcedores, quer dizer, dezenove adultos e eu.
|
Parada godê
Foi o suíço Wuthrich o juiz quem marcou o pênalti de Domingos da Guia no italiano Piola, o histórico pontapé sem bola. Ele depois confessou que entrou em dúvida se assinalava a penalidade ou expulsava o defensor brasileiro, tendo preferido não deixar nossa seleção com um jogador a menos.
|
Posição
No primeiro Mundial em que participou, Leônidas ocupou a meia esquerda, só assumindo o centro do ataque quatro anos depois, em sua segunda e última Copa.
|
Feitos
Do Maracanã comentei para a Ceará Rádio Clube dois jogos de grande importância. O primeiro, Brasil enfrentando a Inglaterra, na época campeã do mundo, e tudo saiu normal. Dias depois foi a vez de passar aos ouvintes cearenses a final do Campeonato Carioca, Fla × Flu, só que o som não chegou aqui, dando, portanto, ibope zero.
|
Tava lá
O brasileiro Arnaldo César Coelho foi quem arbitrou a final Itália × Alemanha, no Mundial de 1982. Partida à qual assisti no Estádio Santiago Bernabéu, em Madri.
|
