Bola rolando
Se tinha Pelé, Garrincha, Didi, Zito e Nilton Santos, a Seleção de 58 trazia também não craques, tais Di Sordi, Orlando, Belini e Vavá.
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Categoria: Bola passada
Bola redonda
Pelé deixou no currículo uma só expulsão jogando pela Seleção, quando perdemos de três pra Argentina, em pleno Pacaembu, e ele foi mandado mais cedo para o chuveiro.
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Bola redonda
Zagallo só foi chamado para jogar na Copa de 58 porque formava no Flamengo ala com Dida, que seria o titular na meia-esquerda. Pela categoria e classe indiscutíveis, os dois ponteiros que iriam para a Suécia seriam Pepe e Canhoteiro, desconvocado por Feola por haver chegado tarde na concentração, enquanto Pepe esfriou na Itália num jogo preparativo e terminou não entrando em campo, no primeiro título mundial.
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Bola redonda
Primeiro jogo de Jairzinho pela Seleção foi último de Zagallo, seu treinador em 70 no México. Aconteceu no Maracanã, com Brasil vencendo Portugal de quatro a um, em 1964.
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Bola redonda
Goleador brasileiro na Copa do México, última que o Brasil ganhou jogando que prestasse, Jairzinho não fez nenhum quando estreou em Mundial, atuando na extrema-esquerda, que não era seu verdadeiro lugar, contra a Bulgária.
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Bola redonda
Leônidas da Silva foi o primeiro craque brasileiro a marcar gols em duas Copas do Mundo, 1934 e 1938, e só não jogou nas Copas de 42 e 46 porque não houve, face Segunda Grande Guerra.
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Bola rolando
Nos preparativos pra Copa de 1950, imprensa carioca propunha Heleno de Freitas, do Vasco da Gama, enquanto a paulista pretendia o velho Leônidas da Silva, do São Paulo. Porém, Flávio Costa preferiu chamar Baltazar e Adãozinho, este que nem sequer entrou em campo.
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Bola rolando
Até hoje, o Brasil não ganhou nenhum Mundial sediado por país campeão. Inclusive, perdendo duas vezes em casa, 1950 e 2014.
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Bola redonda
Para figurar em primeiro lugar no ranking das Copas, Alemanha obteve quatro títulos, quatro vices, quatro terceiros lugares e um quarto. A contagem estipula dez para campeão, cinco pra vice, três para terceiro e dois pontos para quarto.
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Bola furada
Dos cinco Mundiais faturados pelo Brasil, completamente limpo, só o terceiro, primeiro do México. Os outros quatro apresentaram arranhões, que, se não deslustraram, pelo menos ofuscaram um pouco a glória conquistada.
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Placar mundial
Holanda ainda não chegou ao pedestal futebolístico, quer dizer, nunca foi campeã, porém três vezes vice, da Alemanha, em 74, da Argentina, em 78, e Itália, em 82.
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Placar mundial
A França vem em quinto, entre as potências mundiais do futebol, com duas Copas e um vice, e Uruguai em sexto, também com duas, mas sem nenhum vice.
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Placar mundial
Argentina ocupa quarta posição no cômputo atual de participantes do Mundial, com dois títulos e dois vices, aquinhoados sobretudo na fase do genial Maradona.
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Placar mundial
Já estabelecemos Alemanha em primeiro, Brasil em segundo, na colocação mundial de futebol. Vamos hoje ao terceiro lugar, que é da Itália; e o quarto, da Argentina.
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Placar mundial
A Alemanha lidera por quatro pontos o cômputo geral das 21 Copas até agora realizadas. Tem 74, vindo Brasil em segundo, com 70. A tabela estipula dez pontos pelo título, cinco pela vice, três pelo terceiro lugar e dois pelo quarto.
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Bola rolando
Assisti no Maracanã a Vasco x Santos, pelo Torneio Rio-São Paulo. Logo de saída, o time de São Januário fez dois gols, e Pelé teve de ouvir a arenga da truculenta zaga do Vasco, Brito dizendo para Fontana: Ouvi dizer que tem um rei por aí. A que o outro ajuntou: Eu também ouvi, mas ainda não vi. Quando faltavam cinco minutos, Pelé meteu dois e empatou, e então virou-se para os gozadores adversários: Vocês agora viram o rei?
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Bola rolando
Só sentei uma vez com Pelé, e aconteceu no Hotel Reis Magos de Natal, na noite em que meu amigo Clodoaldo era festejado pelos companheiros na passagem de seu aniversário.
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Bola rolando
Carlos, na Copa do Mundo de 86, a segunda do México, não conseguiu o título de campeão, mas terminou invicto, não perdendo um só jogo. Com a França, na decisão por pênaltis, foi considerado culpado de um dos gols.
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Bola rolando
Dos goleiros brasileiros campeões do mundo, quer dizer, campeões que entraram em campo, e não apenas figuraram entre os registrados na Fifa, só dois não perderam em Mundiais, Félix, em 70, e Marcos, em 2002.
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Bola rolando
Não é difícil estabelecer qual foi a maior Seleção Brasileira campeã do mundo, se a de 58, na Suécia, ou a de 70, no México, pois essa última ganha fácil, comportando sete craques, Carlos Alberto, Clodoaldo, Jair, Gerson, Tostão, Pelé, Rivelino, enquanto a anterior escalava cinco apenas razoáveis, Di Sordi, Belini, Orlando, Vavá, Zagallo.
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