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Em 1966, Virgílio Távora obteve 73 mil votos para deputado federal, a maior votação, até então, no Ceará.
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Categoria: Apanhado político
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Dois deputados cearenses vocacionados e sérios encerraram suas carreiras sem complementar o terceiro mandato federal, Joaquim Figueiredo Correia e Manoel Rodrigues.
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Irmão do Chico Anysio, empresário Elano de Paula, que foi também diretor de rádio e compôs a belíssima “Canção de Amor”, que projetou Elizete Cardoso, tentou ingressar na política pelo seu torrão e se movimentou para se candidatar a deputado federal em 1962, tendo desistido, segundo propagou, pelo alto preço da empreitada.
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O prof. Ésio Pinheiro teve quatro mandatos de deputado estadual e ocupou Agricultura do I Veterado. Foi pioneiro dos cursinhos vestibulandos, ele na Química, e o amigo Godofredo na Física.
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O prof. Ésio Pinheiro teve quatro mandatos de deputado estadual e ocupou Agricultura do I Veterado. Foi pioneiro dos cursinhos vestibulandos, ele na Química, e o amigo Godofredo na Física.
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Ao que parece, Carlos Virgílio Távora, que tinha a cara do pai, não parecia muito inclinado à política, ou pelo menos à atuação legislativa. Uma posição federal, ligada à construção de estradas, talvez lhe apetecesse mais. Três vezes deputado, por desejo da mãe, dona Luíza, de vê-lo no mesmo rojão que consagrara seu marido.
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Politica cearense deu quatro Walter Cavalcante. Em 1950, elegeu federal
Walter de Sá Cavalcante, que não concluiu o mandato, perecendo com tumor
na cabeça. Walter Bezerra de Sá, também eleito em 50, que perdeu em 54,
Walter Cavalcante Sá, que foi vereador, deputado estadual e secretário
municipal. Walter Cavalcante, vereador e deputado, ainda hoje em exercício.
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Dona Olga Barroso se desentendeu com o governador que assumia, Virgílio Távora, na véspera da posse, pois a ainda primeira-dama achou pouco o legado destinado ao partido do seu marido, o PTN, a Pasta do Trabalho, muito pouco expressiva. Dona Olga criou um problema, e essa foi a razão pela qual fui chamado para organizar o banquete de posse, pois ela não quis mais tomar a frente.
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Quando eu o entrevistei na televisão, Aécio de Borba respondeu assim a “qual o seu favorito, se Virgílio Távora, na vida pública, ou Walder Ary, na vida privada”: Você me encalacrou, pois ambos foram excepcionais, e deles só tenho recordações alvissareiras.
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No Rio, flagrei algumas vezes, no modesto apartamento da Princesa Isabel, Aécio de Borba despachando com Virgílio Távora, na formulação do governo que ia assumir, e exerceu duas Secretarias, Planejamento e Obras.
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Tive três editores no Jornal do Bonaparte, que só durou nove meses, tempo de uma gestação: Ary Cunha, Alencar Monteiro e Carlos D’Alge, que foi quem me contratou e permaneceu de abrir a fechar.
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Do grande José Raymundo Costa, quando, alegando que no Corinthians Rivelino ganhava bem mais que os outros jogadores, eu solicitava um aumento: Acontece que eu não sei quem é o Rivelino de O POVO.
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Estou prestes a fazer 40 de Hotel Colón de Barcelona, que é o jardim de minha casa, e onde baixei logo após a Copa de 82, ensejado por Tarcizo Azevedo e Inês Romano, que eram casados na época.
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No dia em que o ministro Expedito Machado, que exercia o superministério de Viação e Obras Públicas, na presidência de Goulart, perdeu os direitos políticos, eu estava em seu apartamento e acompanhei o pranto do filho Sérgio. Quando cheguei, em companhia do Aurélio Mota, Dayse acordou o marido, que tirava uma pestana, para descansar do estresse provocado pela expectativa.
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Do cearense Armando Falcão, ao ser convidado pelo presidente Geisel para ministro: General, sei perfeitamente que o ministro pode fazer o que queira, menos o que o presidente não quer.
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Luiz Severiano Ribeiro Júnior, filho do maior exibidor do Brasil, quando vinha ao Ceará fazia a mais absoluta questão de não visitar nem parentes. Por isso, passei por um choque de alegria, quando seu gerente, Samuel Tabosa, o levou ao meu apartamento, onde nada bebeu, mas curtiu a especialidade da casa, casquinho de lagosta.
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Quando da homenagem do Palace Clube de Sobral à Miss Brasil Emília Correia Lima, só dois colunistas formaram no ônibus rumo capital do norte, Roberto Antunes, que faz muito partiu, que escrevia em “O Estado”, e este que vos fala, na “Gazeta”. Comandavam a viagem Egberto de Paula Rodrigues e Waldyr Diogo, ambos do Maguary.
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A minha Medalha de Sócio Honorário do Náutico envolveu diretamente três presidentes, Paulo Accioly, Ary Araripe e José Rego, que me conduziu à mesa dos trabalhos, onde pontificava, muito me honrando, o governador Ciro Gomes.
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Minha primeira viagem ao Rio aconteceu em 1957, por obra e graça do Álvaro Oliveira, gerente da Varig, que me concedeu um bilhete GC, significando Grátis Condicional, quer dizer, não podia marcar a passagem e, se numa escala o voo lotasse, a companhia não teria obrigação nenhuma para com o passageiro, mesmo jornalista.
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O Casamento do Século, a mulher mais linda, Beatriz Gentil, e o maior partido, Chico Philomeno, recém-chegado de Manchester, onde cursara Fiação, foi na Lei Seca, só sendo servida água mineral, porque falecera, na véspera, uma parente muito próxima da noiva.
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