Heleno maravilha
Heleno de Freitas, que chegou inclusive a jogar no Boca Junior, da Argentina, morreu aos trinta anos, internado pelos amigos no Hospital de Barbacena, vencido pela sífilis. O supercraque atuou uma vez no Maracanã, substituindo Maneco, do time do América, que por sinal perdeu para o São Cristóvão.
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Categoria: Bola passada
Grama ao vivo
O gol que Leônidas da Silva marcou contra a Polônia, na largada do Mundial de 38 na França, foi o quinto do Brasil e o segundo da prorrogação, ao todo, o Diamante assinalou seis gols.
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Bichance
Tite foi o primeiro treinador a que o comando do futebol ensejou voltar à Seleção sem ter obtido sucesso da primeira. Zagallo perdeu duas, porém ganhou uma, Parreira ganhou uma e perdeu uma, o mesmo acontecendo com Felipão, que ganhou na estreia e perdeu na volta.
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Veredito
No primeiro Mundial do México, Seleção apresentou um ataque só de craques, Jairzinho, Gerson, Tostão, Pelé e Rivelino, o mesmo não se podendo dizer da defesa, onde só meio-campista Clodoaldo, zagueiro Carlos Alberto mereciam essa denominação, pois Brito, Piazza e Everaldo eram apenas razoáveis no trato da bola, enquanto goleiro Félix, convocado e desconvocado pelo Saldanha e novamente chamado quando Zagallo assumiu, demonstrou insegurança e deixou passar, contra o Peru, bola taxada de frango.
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Veredito
Melhor Seleção do Mundial de 58 foi a França, que jogou capenga contra o Brasil na semifinal, pois zagueiro Jonquet, açoitado pelo Vavá, o francês, craque, e o brasileiro, perna-de-pau, foi parar na ponta esquerda, sem poder nem encostar na bola.
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Veredito
Após mais de 70, pela primeira vez na história dos Mundiais de futebol, são ministradas notas aos disputantes de 16 de julho de 1950, no Maracanã, começando pelo Uruguai, que ganhou: Maspoli, 8, Mathias Gonzalez, 9, Tejera, 7, Gambetta, 6, Obdulio Varela, 8, Rodriguez Andrade, 8, Ghiggia, 10, Julio Perez, 9, Miguez, 9, Schiaffino, 7, Moran, 5. Brasil, Barbosa, 6, Augusto, 7, Juvenal, 6, Bauer, 8, Danilo, 6, Bigode, 5, Friaça, 7, Zizinho, 8, Ademir, 6, Jair, 6, Chico, 6. E assim, deu Celeste disparada.
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Na hora H
Artilheiro do Mundial de 1950, com oito gols, e não nove, como se propala, Ademir de Menezes não marcou, entretanto, quando mais Seleção precisava, no empate com a Suíça, no Pacaembu, e na final frente ao Uruguai, quando, a não ser o passe para o gol de Friaça, nada fez.
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Percalço
Em seu primeiro título, Copa de 58, a Seleção foi altamente beneficiada nos dois jogos finais, contra a França, quando uma chibatada de Vavá em Jonquet pôs o zagueiro na enfermaria, e, logo no início da partida com a Suécia, Djalma Santos entrou pra valer no porteiro Skaolung, que passou todo o jogo sem nem poder encostar na bola.
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Bom de bola
Estou apreciando cada vez mais as intervenções do repórter político Carlos Mazza, meu companheiro no horário nobilíssimo em O POVO-CBN.
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Bola redonda
O narrador Júlio Sales, que por longo tempo foi meu companheiro na Rádio Uirapuru, proclamou ser Zizinho, o Mestre Ziza, melhor que Pelé. Pode parecer exagero, mas há quem pense assim.
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Bola rolando
O goleiro Félix, chamado por Saldanha pra Copa de 70, quase não chegava lá, pois numa das etapas dos treinamentos foi desconvocado pelo próprio Saldanha, que programou os jovens Ado e Leão. A sorte do jogador do Fluminense é que Zagallo assumiu e trouxe Félix de volta, e ele acabou atuando nas seis partidas que deram ao Brasil o terceiro caneco.
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Bola Fria
Encontrei Romário na praia de San Sebastián, em Barcelona. Foi logo depois da Copa de 94, nos Estados Unidos, única na história que Brasil ganhou por pênaltis, e Romário, artilheiro, passou 130 minutos sem marcar.
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Bola rolando
Campeão mundial de 1950, o treinador Gim Lopez sempre negou que o Obdulio Varela foi o maior jogador uruguaio na competição, para ele, o número um foi Ghiggia, que marcou gols importantes, inclusive contra Espanha, Suécia e na final com o Brasil, que deu o título à Celeste.
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Ponto de vista
Política, negócios e, até mesmo religião, são assuntos belicosos, que não comportam numa mesa de refeição. Portanto, trate de levar a conversação para temas tais cinema, arte, comida e bebida. Futebol também deve ser evitado, por não ser pertinente ao mulherio.
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Bola rolando
Os craques brasileiros que formando no plantel não perderam em campo, no Mundial de 1950, foram os médios Eli, Rui, Noronha, Alfredo e os atacantes Maneca e Baltazar.
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Bola rolando
Pelé, que vem de partir, não marcou em sua estreia em Copa do Mundo, Brasil 2 X 0 Rússia, em 1958. Faria seu primeiro gol em Mundial no jogo seguinte, com País de Gales, no segundo tempo.
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Bola rolando
O maior treinador do futebol brasileiro não foi Flávio Costa, que não era estrategista, e muito menos Vicente Feola, um dorminhoco. Talvez Ademar Pimenta do Mundial de 38 e do Sul-Americano de 42, quando, em ambos, o Brasil fez boa figura.
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Bola rolando
Craque não dá bom técnico, sendo vários os exemplos daqueles que não emplacaram, como Domingos, Leônidas, Ademir, Zizinho e Jair da Rosa Pinto. Treinador vitorioso não foi ás, porém jogador mediano, tais Flávio Costa, Zezé Moreira e, em tempos mais recentes, Zagallo.
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Ocasião glorifica
Tenho bastante tempo de rádio para admitir que meu maior momento no dial foi quando comentei do Maracanã, para a “Ceará Rádio Clube”, a vitória do Brasil sobre a Inglaterra, então campeão do mundo, na despedida de Gilmar, tendo Jairzinho e Tostão assinalado os gols.
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Bola rolando
Paulo César Caju foi o primeiro jogador brasileiro a sair do banco para o campo em jogo de Copa do Mundo. Isso aconteceu em 1970, no México, quando, aos 29 do segundo tempo, entrou no lugar de Gerson, na estreia contra a Tchecoslováquia.
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