Bola nas redes
Na derrota de 3x1, da Seleção para a Espanha, no Mundial de 34, na Itália, o único tento brasileiro foi assinalado por Leônidas da Silva, que, somado aos sete que marcou em 38, na França, lhe confere a cifra de oito em duas Copas.
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Categoria: Bola passada
Ele, o rei
Em 1957, Pelé disputou seu primeiro campeonato com a gloriosa camisa do Santos, todavia, não foi campeão, o que só viria a acontecer no ano seguinte, quer dizer 1958.
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Bola rolando
Antes de aparecer o Nilton Santos no jogo de botão, a gente botava o mais peba na lateral esquerda. Mais tarde, com esse grande craque já em evidência, colocava-se o botão mais vistoso e bem aparado.
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Faltou um pé no contra-pé
Fui eu quem trouxe Leônidas da Silva, o Pelé antes de Pelé, para vir ao Ceará objetivando que o Homem de Borracha dividisse com o governador César Cals o pontapé inicial do Castelão. Infelizmente não deu certo, e Leônidas sequer apareceu ao novo estádio.
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Questionário bola
Qual foi a última vez que Leônidas da Silva foi convocado para a Seleção Brasileira? Aconteceu no Sul-americano realizado entre Rio e São Paulo, em 1949, quando o treinador Flávio Costa o pôs na lista, porém deu um prazo muito curto para o Homem de Borracha perder alguns quilos. Não deu, e ele foi dispensado, e, em seu lugar, o treinador chamou o medíocre Nininho.
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Questionário bola
Qual foi a seleção campeã mundial que, no seu jogo de estreia, todos os cinco atacantes marcaram gols? Uruguai.
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Castigo imerecido
Autor do gol do século, que botou Brasil para o beleléu em pleno Maracanã, alguns anos depois da Copa, o ponteiro uruguaio Gigghia sofreu um acidente guiando seu carro, que, por pouco, muito pouco, não o mandou dessa para melhor.
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Á altura
Quando a Argentina desistiu de participar do Mundial de 1950, que seria realizado no Brasil, Mário Pollo, então presidente da CBD, declarou aos jornalistas: "Recebemos a comunicação do país amigo sem prazer, porém, também sem pesar."
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Al vivo
Assisti a dois mundiais, em ambos o Brasil escorregando; na Argentina, o dono da casa faturou, e, na Espanha, venceu a Itália.
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Criança líder
Fui eu o responsável pela vinda dos dois maiores colunistas dos anos 50. Na inauguração do Centro Massapeense, quando o outro cronista se batia pelo Sued, eu influenciei o Arrudinha, presidente do clube, para optar pelo Jacinto de Thormes. E, no ano seguinte, eu mesmo tomei a iniciativa de escalar o Ibrahim, que colocou a faixa na Glamour-Girl vitoriosa Auta Rojas.
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Não valeu
O Brasil perdeu a Copa de 50 e, no ano seguinte, dos onze que participaram da final com o Uruguai, dois se sagraram campeões mundiais, título que a FIFA jamais reconheceu, o zagueiro Juvenal e o atacante Jair, jogando pelo Palmeiras, vencedor da Copa Rio, competição só entre clubes, promovida pela CBD.
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Predestinação
Dos jogadores que inauguraram o Maracanã, dois viriam a ser campeões do mundo. Djalma Santos que, junto a Pelé, forma a dupla recordista em participação em Copas do Mundo. Pelo Brasil, foram quatro.
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E tome bola
O Maracanã foi inaugurado pouco antes do Mundial de 1950, com o jogo entre a Seleção de Novos de São Paulo contra a Seleção de Novos do Rio que, por sinal, perdeu de 3x1.
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Rio meteu primeiro
Na largada de Maracanã, os Novos de São Paulo venceram os Novos do Rio que, no entanto, tiveram a honra do primeiro gol do novo estádio, assinalado por Didi, em jogada de Folha Seca.
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O último capitão
Assim foi batizado Obdulio Varela, que tomou as iniciativas que derrotaram o Brasil na final do Mundial de 50; e a entrevista que fiz com ele, em sua casa modesta de Montevidéu, foi o maior furo futebolístico de minha carreira.
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Rua
Eu assisti, no Pacaembu, o jogo da Seleção em que Pelé foi expulso por entrar de cabeça na barriga de um adversário argentino, Rattin. Os platinos ganharam de 3 x 0 e foram campeões desse torneio, que contou, também, com Inglaterra e Portugal.
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Terceiro
Durante as primeiras décadas, o futebol brasileiro não emparelhava nem com o Uruguai nem com a Argentina. Era o bastante ver que os platinos, nos torneios havidos, sempre ocuparam as melhores posições. Além do mais, o Brasil nunca ganhou um Mundial enfrentando, na final, Argentina ou Uruguai.
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Gramado virgem
Leônidas da Silva, o Diamante Negro, nunca pisou no Maracanã. Ele disputou o Mundial de Veteranos, porém, todos os jogos aconteceram no Pacaembu, em São Paulo.
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Roubo britânico
Última Copa Rio Branco, que era disputada entre Brasil e Uruguai, foi ganha pelo anfitrião, que perdeu o primeiro jogo em São Paulo e venceu os dois seguintes no Rio, a qual os visitantes atribuíram ao juiz inglês que apitou. E a taça em questão terminou aí, em junho de 1950, em São Januário, campo do Vasco, um mês antes da tragédia no Maracanã.
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Frente boa, traseira ruim
A propósito da Copa de Maracanã, que o Uruguai tomou do Brasil, jogadores platinos antes cantaram a bola, reconhecendo que o Brasil era forte no ataque, mas sua defesa muito fraca, a partir dos cascas-grossas Bigode e Juvenal, os dois mais responsáveis pela derrota final.
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