Ordem dos fatores

O vinho tinto vem depois do vinho branco, por ser, geralmente, mais pesado, e acompanhar a carne ou a massa. Quanto ao rosê, se presta para frutos do mar ou então como aperitivo antes da refeição.

A vez do gole

Para acompanhar feijoada, eleja cerveja ou cachaça, porém, face às carnes que são incluídas nesse fabuloso prato, o vinho tinto virou uma possibilidade.

O rei branco

Existe um vinho, por sinal, caríssimo, que é considerado a apoteose dos vinhos brancos. Trata-se do Chateau Yquem, que se presta maravilhosamente para pratos suaves, tal peixe e até para comidas adocicadas.

Dose certa

A maneira mais correta de entornar uísque não é com gelo, porém apenas com água, de modo a preservar, durante toda ingerência, mesma relação de álcool-água.

De gota em gota

Atingidos pelo ácido úrico devem pôr na lista inquebrável de contenções cerveja e miúdos de frango, em primeiríssimo lugar. Quanto às bebidas destiladas, uísque, por exemplo, pode, só que com evidente moderação.

A hora de enxugar

A cerveja, porque alimenta, é o único álcool que pode ser bebido em jejum, não dando dor de cabeça, e quando a ressaca é provocada por bebida destilada, tal uísque ou vodca, funciona muito bem para rebater.

A hora de enxugar

A cerveja, porque alimenta, é o único álcool que pode ser bebido em jejum, não dando dor de cabeça, e quando a ressaca é provocada por bebida destilada, tal uísque ou vodca, funciona muito bem para rebater.

A hora do gole

Não procede que sopa e vinho não combinam, pois existe um espanhol, de Xerez, que casa muito bem, sobretudo quando não é servido frio, em cálice um pouquinho maior do que os que se prestam ao licor.

A arte de Baco

Para crustáceos, são aconselháveis os seguintes vinhos brancos, Chablis, Meursault, Montranchet. Champagne seco também casa bem com lagosta ou camarão.

A arte de Baco

Sopa de peixe se acompanha com vinho do Reno ou Mosela ou um Borgonha branco, menos seco do que os dois primeiramente citados.