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Em 1958, Expedito Machado era deputado estadual, sua estreia como alta patente do PSD se deu na comitiva que procurou Chico Monte em Sobral, e de onde raiou a vitoriosa candidatura de Parsifal Barroso ao Governo.
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Categoria: Apanhado político
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Empresário de castanha, que chegou a ser sócio de Edson Queiroz, Edmundo Rodrigues teve um mandato de deputado estadual, cedendo para o irmão Manoel, que se revelou uma vocação política, exercendo dois mandatos federais e um terceiro, interrompido pelo seu passamento, já em Brasília. Nunca se desligou de Virgílio, porém, seguiu a chefia de Paulo Sarasate.
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José Fiúza Gomes foi um vereador que optou por um voo mais alto, disputando uma cadeira de deputado estadual pelo PST (Partido Social Brasileiro), aqui chefiado por Moysés Pimentel.
Ele, Fiúza, fez parte de uma das primeiras listas punitivas, sem que fosse dado a saber o motivo de sua cassação.
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Moisés Lupion, então, considerado o político mais corrupto do País, tanto que "lupion" virou sinônimo de roubalheira, para se ver livre das grades, candidatou-se, ao mesmo tempo, a senador, deputado federal e estadual, ensejando ao paranaense lhe dar uma merecida lição, perdendo nos três.
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Sei que Pontes Neto presidiu a Assembleia, porém não pude conferir se, como tal, chegou a assumir o Governo do Estado. Aliás, esse meu particular amigo teve, ainda, três irmãos também deputados, Ossian, que foi suplente de Mauro e também chegou a assumir o Senado, Valmir e Aurimar.
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O empresário Fausto Cabral, por ser genro de Antônio Gentil, foi cogitado para ser candidato a governador pelo partido do sogro, o PSD, que, entretanto, optou por Raul Barbosa, que era deputado federal Constituinte, e derrotou nas urnas Edgard de Arruda, lançado pela UDN.
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Um dos jornalistas mais sérios da reportagem política, Pádua Campos, da Pacatuba, que, como suplente, chegou a assumir cadeira na Assembleia, largou a coluna que mantinha no O POVO, quando da União Pelo Ceará, por não concordar com o que ele chamava de "cambalacho".
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Getúlio Vargas, o mais populista dos nossos presidentes, recebeu, em sua última eleição, 48 porcento dos votos. Bolsonaro só perdeu para ele por dois dígitos, com 46.
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Lacerda discursava no Palácio Tiradentes quando a trêfega deputada Ivete Vargas cometeu a ousadia de aparteá-lo: “Vossa Excelência é um ladrão! Mas como ladrão, se sou conhecido nesta Casal por combater os ladrões!? Vossa Excelência é um ladrão da honra alheia”. Carlos fulminou: “Então, a senhora esteja tranquila, pois nada tem a temer de mim!”.
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Permanecendo no Governo e fazendo de Virgílio Távora seu sucessor, Parsifal Barroso acabou não emplacando seus dois candidatos favoritos, Armando Falcão, que o PSD já não aceitava, pelas posições lacerdistas, e José Flávio Costa Lima, que a UDN considerava não ter densidade eleitoral.
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Em seu pouco tempo de mandato federal, menos de dois anos, o padre Palhano marcou sua atuação, inclusive, criando uma liga de deputados em apoio ao presidente João Goulart. Para os correligionários, a cassação poderia ter sido evitada, porém militares ligados a seu inimigo Cesário Barreto foram implacáveis.
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Recado enviado pelo líder nortista Chico Monte a Virgílio Távora, anunciando que não poderia cumprir acordo estipulado para apoiá-lo para governador: “É meu único genro, como se fosse um filho. Você pode dizer o que quiser aos jornalistas, porém, Parsifal será meu candidato e candidato do meu partido”.
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Com a Democratização de 1946, foram criadas apenas duas senatorias, sendo eleitos Olavo Oliveira e Plínio Pompeu. No ano seguinte, surgiu a terceira, ungindo Fernandes Távora, para um mandato de três anos. De lá para cá, foi observado um rodízio: em um ano, elegia dois, e, no outro, apenas uma cadeira.
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Cotado para ser embaixador em Israel, dr. Parsifal Barroso viu a oportunidade ir pelo ralo, com a queda, em 1964, de João Goulart, presidente que lhe acenara com essa probabilidade após a morte de Jereissati.
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Sim, que Virgílio Távora foi titular da pasta da Viação do gabinete parlamentarista do primeiro-ministro Tancredo Neves, é verdade. Porém, historicamente, não procede se afirmar que VT foi ministro do presidente João Goulart, embora fosse seu amigo.
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Quando líder da maioria do Governo Kubitschek, Armando Falcão, que depois viria a ser ministro da Justiça, precisou de quatro votos controlados por seu inimigo Carlos Jereissati, que atendeu prontamente, visando o bem-estar público.
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O cearense Olavo Oliveira era senador, quando foi cogitado para companheiro de chapa de Getúlio Vargas. Só não emplacou porque Ademar de Barros, chefe do Partido Social Progressista, a que pertencia, preferiu indicar o riograndense-do-norte João Café Filho, que, com a morte de Getúlio, assumiu a Presidência da República, da qual foi derrubado pelo general Lott.
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O salineiro José de Lima, "seu" Miro, teve cinco varões; um deles, Manoel, tornou-se genro do líder político Olavo Oliveira, que o lançou para deputado estadual, mas não o elegeu.
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Quando primeira-dama da primeira vez, dona Luíza Távora reunia os empresários, próximo ao Natal, para conseguir a verba dos donativos que fazia. Uma vez, combinou com Edson Queiroz que ele anunciaria uma quantia e, ao final, dobrava, obrigando a todos a agirem como ele, e tornando, assim, bem mais polpuda a arrecadação.
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Figurando em qualquer lista que eu venha a elaborar como um dos grandes governadores que Ceará já teve, Raul Barbosa considerava a criação do DASP (Departamento Autônomo do Serviço Público) uma das coisas mais importantes instituídas pelo Governo Federal.
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