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Getúlio Vargas, o mais populista dos nossos presidentes, recebeu, em sua última eleição, 48 porcento dos votos. Bolsonaro só perdeu para ele por dois dígitos, com 46.
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Categoria: Apanhado político
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Lacerda discursava no Palácio Tiradentes quando a trêfega deputada Ivete Vargas cometeu a ousadia de aparteá-lo: “Vossa Excelência é um ladrão! Mas como ladrão, se sou conhecido nesta Casal por combater os ladrões!? Vossa Excelência é um ladrão da honra alheia”. Carlos fulminou: “Então, a senhora esteja tranquila, pois nada tem a temer de mim!”.
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Permanecendo no Governo e fazendo de Virgílio Távora seu sucessor, Parsifal Barroso acabou não emplacando seus dois candidatos favoritos, Armando Falcão, que o PSD já não aceitava, pelas posições lacerdistas, e José Flávio Costa Lima, que a UDN considerava não ter densidade eleitoral.
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Em seu pouco tempo de mandato federal, menos de dois anos, o padre Palhano marcou sua atuação, inclusive, criando uma liga de deputados em apoio ao presidente João Goulart. Para os correligionários, a cassação poderia ter sido evitada, porém militares ligados a seu inimigo Cesário Barreto foram implacáveis.
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Recado enviado pelo líder nortista Chico Monte a Virgílio Távora, anunciando que não poderia cumprir acordo estipulado para apoiá-lo para governador: “É meu único genro, como se fosse um filho. Você pode dizer o que quiser aos jornalistas, porém, Parsifal será meu candidato e candidato do meu partido”.
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Com a Democratização de 1946, foram criadas apenas duas senatorias, sendo eleitos Olavo Oliveira e Plínio Pompeu. No ano seguinte, surgiu a terceira, ungindo Fernandes Távora, para um mandato de três anos. De lá para cá, foi observado um rodízio: em um ano, elegia dois, e, no outro, apenas uma cadeira.
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Cotado para ser embaixador em Israel, dr. Parsifal Barroso viu a oportunidade ir pelo ralo, com a queda, em 1964, de João Goulart, presidente que lhe acenara com essa probabilidade após a morte de Jereissati.
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Sim, que Virgílio Távora foi titular da pasta da Viação do gabinete parlamentarista do primeiro-ministro Tancredo Neves, é verdade. Porém, historicamente, não procede se afirmar que VT foi ministro do presidente João Goulart, embora fosse seu amigo.
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Quando líder da maioria do Governo Kubitschek, Armando Falcão, que depois viria a ser ministro da Justiça, precisou de quatro votos controlados por seu inimigo Carlos Jereissati, que atendeu prontamente, visando o bem-estar público.
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O cearense Olavo Oliveira era senador, quando foi cogitado para companheiro de chapa de Getúlio Vargas. Só não emplacou porque Ademar de Barros, chefe do Partido Social Progressista, a que pertencia, preferiu indicar o riograndense-do-norte João Café Filho, que, com a morte de Getúlio, assumiu a Presidência da República, da qual foi derrubado pelo general Lott.
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O salineiro José de Lima, "seu" Miro, teve cinco varões; um deles, Manoel, tornou-se genro do líder político Olavo Oliveira, que o lançou para deputado estadual, mas não o elegeu.
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Quando primeira-dama da primeira vez, dona Luíza Távora reunia os empresários, próximo ao Natal, para conseguir a verba dos donativos que fazia. Uma vez, combinou com Edson Queiroz que ele anunciaria uma quantia e, ao final, dobrava, obrigando a todos a agirem como ele, e tornando, assim, bem mais polpuda a arrecadação.
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Figurando em qualquer lista que eu venha a elaborar como um dos grandes governadores que Ceará já teve, Raul Barbosa considerava a criação do DASP (Departamento Autônomo do Serviço Público) uma das coisas mais importantes instituídas pelo Governo Federal.
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Álvaro Lins, Chico Monte, Edilson Távora e José Martins Rodrigues, em estrita ordem alfabética, hoje não mais pertencentes a este Mundo Menor, foram políticos cearenses que tiveram quatro mandatos de deputado federal.
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E tem aquela história do deputado do qual se dizia que não iria escapar do AI-5. Na noite em que a televisão divulgaria a última lista dos excluídos, recebeu em casa à visita de um colega solidário. Acontece que, quando o locutor declinou os nomes, ele não estava, porém o colega foi cassado.
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Casamento do major Virgílio Távora com Luíza Moraes Correia, levada ao altar pelo tio do noivo, general Juarez, que também era Távora, ocorreu no Rio de Janeiro, em 1953.
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Em um dos almoços da Academia de Engenharia, contei avidamente minha história com Vicente Fialho, que, num jantar dos Philomeno Gomes para o embaixador do Vaticano, usava meia branca, o que valeu uma nota meio criticante na coluna, a que o Prefeito respondeu assim: “Senhor Lúcio, informo que estou preocupado com a cidade inteira, não com meia”.
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Dona Luíza Távora, que casou no Rio, teve como padrinho o tio do noivo, general Juarez, que foi quem a conduziu ao altar.
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Beto Studart completou maravilhosamente o trio de primeiros agraciados do Troféu Dr. Pompeu Vasconcelos, da Escola Unidos do Natal. Os outros dois, também deveras aplaudidos, foram dr. Sálvio Pinto, craque da urologia e imortal da Academia, e Ex-Quase-Tudo Lúcio Alcântara, que trouxe a luz para o Cumbuco.
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Com toda a corda do sucesso de Mesas do Ceará, Francisco Campelo lança um segundo livro, Mesas do Brasil, hoje, no Ideal. Para isso, contou com a abalizada colaboração da baronesa Sílvia Amélia de Waldner, que assinou o prefácio; Cláudia Matarazzo; que fez a apresentação, tal eu mesmo, no lançamento inicial; Celita Procópio de Carvalho, filha do colunista mais refinado que a pauliceia já produziu, que se assinava Jerry e foi chefe do Cerimonial do Campos Elíseos, no Governo Carvalho Pinto. Casou com uma Scarpa, prima do famoso Chiquinho, que era recebido pela Rainha-Mãe da Inglaterra.
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