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Meu inesquecível amigo Aécio de Borba obteve dois mandatos de deputado federal e um estadual, embora não tenha exercido completamente este, pois quase não comparecia à Assembleia do Centro.
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Categoria: Apanhado político
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"É meu único genro. Logo, o tenho como se fosse um filho. Você pode dizer o que quiser aos jornalistas, porém, Parsifal será meu candidato e candidato do meu partido." Esse foi o recado a Virgílio Távora, enviado pelo líder nortista Chico Monte, estipulando que não iria apoiá-lo para governador.
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Uma “merenda” eleitoral de última hora foi importantíssima para a eleição a deputado de Esmerino Arruda, no último pleito que esse meu amigo disputou, entrando, porém, quase desbancando outro saudoso amigo deste blogueiro, José Flávio Costa Lima, que acabou na rabeira, deixando na primeira suplência o médico sobralense Francisco Adeodato.
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Manoel, um dos cinco varões do salineiro Casimiro José de Lima, “seu” Miro, quando se tornou genro do líder político Olavo Oliveira, teve seu nome lançado pelo sogro para deputado, porém, não obteve o mandato.
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Tendo se iniciado na política em 54, como vereador, Mauro Benevides, a seguir, seria bafejado com quatro eleições de deputado estadual, abiscoitando, depois, dois mandatos de senador e obtendo duas vitórias para deputado federal.
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Se Parsifal não tivesse sido eleito governador contra Virgílio, ele teria reassumido o Senado ou voltaria para o Ministério de Juscelino? A dúvida permanece, porém, para muitos, Parsifal não voltaria à pasta do Trabalho.
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Castelo Branco, na Presidência da República, desautorizou a eleição da vaga senatorial após a morte de Jereissati, ela só seria preenchida por Menezes Pimentel, que tirou os quatro anos restantes.
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Carlos Jereissati foi fulminado no Rio quando o segundo infarto o levou. Tinha a seu lado o médico particular Antônio Jucá, que fez de tudo para salvá-lo. Foi a Brasília votar para a Mesa, onde figurou como suplente no pleito dos colegas. Antônio Jucá chegou a assumir, porém logo pereceu também.
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Carlos Jereissati teve dois mandatos de deputado federal, sempre com folga de votos, sem, no entanto, jamais aparecer no comando partidário da votação.
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A eleição de Parsifal para governador proporcionou a seu suplente, Fausto Cabral, quase um mandato inteiro de senador. O líder empresarial e genro de Antônio Gentil veio a falecer no último dia de seu mandato em Brasília, após ser homenageado por seus pares na Alta Corte.
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Em 1958, Expedito Machado, que era deputado estadual e participou do Encontro da Meruoca, pois seu amigo Carlos Jereissati o levou, tendo sua estreia no alto comando do PSD, Armando Falcão, Ministro da Justiça, não estava, porém, José Martins Rodrigues e Waldemar de Alcântara subiram a Meruoca para o histórico entrevero que derrubou Virgílio Távora, então candidato favorito ao supremo posto estadual.
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Chico Monte foi o primeiro deputado cearense a atingir quatro mandatos federais, 46, 50, 54 e 58, sendo que, no exercício deste último, veio a perecer no Rio, com o genro governador.
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Parsifal Barroso, que era Ministro do Trabalho, não participou do famoso encontro na Meruoca, quando seu sogro Chico Monte recebeu o alto comando do PSD e PTB e lançaram sua candidatura para enfrentar Virgílio Távora. Parsifal permaneceu no Rio, que ainda era a capital da República, e foi informado de tudo pelo fio.
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Os municípios que haviam sufragado Walter Sá Cavalcante na redemocratização de 46 não passaram os votos para o cunhado Expedito, que estreou como deputado estadual e não federal.
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Nas preliminares da eleição de 1954, Walter Sá Cavalcante era o nome mais apontado para ser o candidato de seu partido, o PSD, a governador. Consta até que, sabendo disso, Paulo Sarasate teria declarado que, se confirmado, ele não disputaria o Palácio da Luz, preferindo a tranquila reeleição de deputado.
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Já atingido pelo mal fatal, a última atuação de Walter Sá Cavalcante foi formar a comissão de deputados cearenses que foram recebidos pelo presidente Vargas para conseguir que o Banco do Nordeste tivesse sede direcional no Ceará, como de fato.
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Walter Sá Cavalcante foi constituinte estadual em 46 e liderou a oposição ao governo udenista de Faustino de Albuquerque na Assembleia, com brilhante desempenho, que o fez ser eleito para a Câmara Federal em 1950, tendo exercido apenas parte do mandato, quando apareceu o tumor cerebral que o matou.
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Beto Studart assinalou mais um gol recipiente, recebendo meus amigos para um almoço no BS par, que, no mínimo, devemos considerar primoroso e pleno de detalhes afetivos, que se inseria no meu Jubileu.
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Ao saber que determinado cidadão eleito deputado federal andava espalhando que iria formar, em seu secretariado, governador a assumir, Virgílio Távora, assim reagiu: Ora, ele fez tanto esforço para se eleger que não vou estragar, tirando-lhe da Câmara.
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O mito LB
De Sônia Pinheiro, em O Otimista: Com jantar no Icaraí, Edilmo Cunha abriu a série de homenagem ao repórter social Lúcio Brasileiro, que, desde 1955, brilha em seu métier, seguido por Beto Studart, recebendo para almoço em torno do mais renomado colunista do Ceará e do Brasil. Juntando, no rol de presenças, Reginaldo Vasconcelos, Cláudio Targino, Fernando César, Chico Eulálio e o presidente da FIEC, Ricardo Cavalcante, que, em nome da Federação das Indústrias do estado do Ceará, ofereceu ao homenageado uma placa de prata por sua mais brilhante trajetória no jornalismo cearense. Tendo iniciado sua carreira em 1955, LB se notabilizou em jornais, rádio e TV, sendo reconhecido como o colunista com o maior tempo em uma coluna diária. Seus inúmeros prêmios e honrarias refletem o compromisso pessoal com a comunicação diária e sua influência na imprensa do Ceará. E, assim, a FIEC celebra a marcante contribuição de LB à sociedade e ao jornalismo do Ceará. No clic, Lúcio Brasileiro ladeado por Edilmo Cunha e Beto Studart.
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